terça-feira, 27 de março de 2012

Município de Pinheiral Institui o Dia Municipal da Legalidade

PDT Mangaratiba Lança Informativo


Conheça As Doenças Causadas Pelo Uso Excessivo do Sal



O consumo de sal em excesso pode levar ao aumento da pressão arterial, doenças cardiovasculares, derrames e acidente vascular cerebral. A Organização Mundial da Saúde recomenda que o consumo diário de sal não exceda a seis gramas por dia, que equivale a uma colher de chá.

A restrição de sal na dieta alimentar tem auxiliado nos benefícios para pacientes hipertensos e pode ajudar a prevenir outras doenças mais graves causados pelo excesso de consumo. O uso do potássio tem obtido sucesso nas dietas de substituição do sal.

Segundo especialistas, o consumo regular de potássio é capaz de reduzir a pressão arterial. O ideal é que, pouco a pouco, o sódio seja substituído pelo potássio em benefício da redução do risco de doenças cardiovasculares. O potássio está presente em alimentos como feijão, ervilha, vegetais verde-escuros, banana, melão, cenoura, beterraba, frutas secas, tomate, batata inglesa e laranja.

Para evitar o sal, fique longe da tentação! Não coloque saleiro na mesa e use outras opções para temperar pratos como ervas: sálvia, tomilho, louro, cebolinha e alecrim e outros. Evite alimentos em conserva, enlatados e salgadinhos, bem como carnes processadas, embutidos e fast food.

Cuidado: o sódio não está presente apenas no sal

A busca pela qualidade de vida é uma tendência que está cada vez mais presente, entre as pessoas, através da prática de atividades físicas, atividades de lazer mais prazerosas e uma alimentação mais saudável. São os alimentos que fornecem os nutrientes necessários para a manutenção da vida (minerais, vitaminas, proteínas, carboidratos, gordura).

Por tal importância, não se pode determinar a alimentação somente pelo gosto e prazer que os alimentos proporcionam. É preciso levar em conta também se os alimentos são adequados e saudáveis, contribuindo para o bom desenvolvimento e funcionamento do nosso organismo.

Com essa preocupação, os produtos diet e light foram os primeiros a surgirem. Depois, chegaram os orgânicos e mais tarde os produtos livres de gordura trans. Agora, uma nova onda atinge o setor de alimentos: os produtos com menor nível de sódio. Não é para menos: uma pesquisa feita pelo Ministério da Saúde, divulgada em abril, mostrou que a proporção de brasileiros com hipertensão arterial cresceu 13,5% de 2006 para 2009, atingindo 24% da população.

"Com os índices de obesidade e de doenças cardiovasculares crescendo, os consumidores começam a se preocupar mais com a qualidade da alimentação e essa pressão chega às indústrias", diz Deborah Peixoto, gerente do Instituto Minha Escolha, entidade global de representantes da indústria de alimentos.

Ao contrário do que muitos pensam, o sódio não está presente apenas no sal de cozinha (cloreto de sódio), mas em diversos alimentos industrializados, como enlatados, embutidos, congelados, conservas e também na composição dos alimentos ‘in natura’. Por isso, é preciso ter cuidado nas escolhas dos produtos e alimentos, procurando sempre ingerir produtos mais saudáveis e naturais.

Consumo em excesso:

O consumo em excesso pode causar muitos problemas graves à saúde: dentre eles, o aumento da pressão arterial (hipertensão), problemas cardiovasculares e renais e, também, retenção de líquido pelo organismo. Por isso, é importante moderar o consumo do sal de cozinha e de outros alimentos que contenham o mineral.

A ingestão diária recomendada de sódio fica em torno de 2 a 2,4 g/dia. Para não exceder a quantidade recomendada de sódio, verifique o item %VD (percentual de valores diários) nos rótulos. Com ele, você descobre qual a porcentagem do valor diário do nutriente o prato contém. Quando o valor ultrapassar os 20%, a refeição traz um alto teor do mineral.


Recomendações:


Para baixar o nível de sódio nos alimentos, não basta só retirar o sal do produto, como explica Carolina Godoy, coordenadora de nutrição do Instituto Minha Escolha, que é mantido por Nutrimental, Perdigão e Unilever. "Muitas vezes é preciso fazer mudanças na fórmula, porque o sódio não está só no sal. Os conservantes têm sódio, mesmo que o alimento seja doce", explica a especialista. É o caso, por exemplo, do ketchup: embora seja usado em pratos salgados, o sabor do condimento é levemente adocicado – a característica que surpreende o consumidor quando fica sabendo que esse é um dos produtos do mercado com maior concentração de sódio.

"O sódio está presente até nos adoçantes", explica a nutricionista. É por isso que os refrigerantes zero açúcar ou DIET são produtos com alto teor de sódio.

É importante que todos moderem a quantidade de sódio que ingerimos, mas pessoas com fator genético ou que apresentam hipertensão, problemas cardíacos, renais e úlcera gástrica devem ficar mais atentas às quantidades ingeridas.


Fonte: http://www.eletronet.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=160:excesso-de-sal-faz-muito-mal&catid=39:faz-mal&Itemid=195

segunda-feira, 26 de março de 2012

Excesso de Sal Tem Efeitos Maléficos Para a Saúde



Uma pesquisa americana recente, publicada no New England Journal of Medicine, mostrou que uma pequena alteração no hábito alimentar pode evitar milhares de mortes. Segundo o estudo, o corte de meia colherzinha de chá de sal por dia evitaria até 92 mil mortes por ano nos Estados Unidos.
A pesquisa é relevante também para o Brasil. Por aqui, o consumo do tempero é bem acima do recomendável. Em média, o brasileiro ingere diariamente 12 gramas de sal, quando ideal é, no máximo, metade dessa quantidade.

– Sabemos que é um veneno para a pressão arterial. É pior que o estresse, o esforço, o frio – afirma Jorge Ilha Guimarães, presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia.
De acordo com o presidente, a redução no sal precisa ser encarada como uma atitude inadiável. No Brasil, são registradas mais de 300 mil mortes por ano como resultado de eventos cardíacos. Se o consumo for reduzido, o número de vidas perdidas também seria significativo.
Só que para frear o consumo do tempero na alimentação, os especialista esbarram em um desafio gigante: a mudança de hábito.

– Mudar o estilo de vida é uma das maiores encrencas que enfrentamos, mas precisamos iniciar essa luta logo. O problema do sal é uma questão epidemiológica – acredita Pedro Pimentel Filho, cardiologista do Hospital Conceição.

O que provoca:

:: O verdadeiro vilão da pressão arterial é um componente que está dentro do sal: o sódio.
:: Quando ingerido em excesso, pelo consumo de sal, o nutriente lesiona os rins e impede que esses órgãos eliminem o excesso de água no organismo.
:: Com mais mais água circulando, a quantidade de sangue no organismo fica maior do que o volume ideal.
:: Quando o volume de sangue aumenta muito, o coração precisa fazer mais força para bombeá-lo, ou seja, provoca o aumento da pressão arterial.

Leia o rótulo dos produtos:

Livrar-se do consumo exagerado do sal é uma missão árdua. A dificuldade ocorre porque o tempero não é encontrado apenas na forma clássica de pó branco, como estamos acostumados. Na verdade, o sal costuma ficar escondido em muitos outros alimentos.
– Ele está escondido até onde não nos damos conta, como em pães, produtos congelados e bolachas – ressalta a nutricionista Júlia Dubin.

Uma boa dica é olhar com atenção o rótulo dos produtos. Lá, é especificada a porcentagem de sódio presente naquele alimento em relação ao consumo diário ideal por pessoa. Por exemplo, o rótulo de um pão pode mostrar que cada fatia tem 7% da quantia de sódio recomendada. Se você ingerir quatro fatias por dia, irá consumir quase 30% do total de sódio diário somente em pães.

Mesmo descobrindo que boa parte do sódio está camuflada nos alimentos, não se pode deixar de redobrar atenção às pitadas adicionadas na comida caseira. Deixar o saleiro em cima da mesa, por exemplo, é considerado um pecado capital pelos cardiologista.

–- Uma boa alternativa é não salgar a comida durante o preparo, apenas temperá-la quando já está pronta, na mesa. A pessoa sente mais o gosto salgado usando menos sal – diz o cardiologista Pedro Pimentel Filho.
Outra alternativa é mudar de tempero. Em vez do sal, utilize pimentas naturais, orégano, salsinha e curry.

Os vilões em sua alimentação:

:: Temperos prontos: vendidos nos supermercados, esses produtos têm na composição temperos diferentes, entre eles, o sal. Às vezes, uma única porção faz o consumidor ingerir mais sódio do que o recomendado por dia.

:: Mostarda e molhos para salada: fortes e com gosto saliente, recebem grandes quantidades de sódio.
:: Congelados: para dar sabor a pizzas, hambúrgueres e nuggets, as indústrias não poupam pitadas de sal. Poucas porções de congelados ultrapassam a quantia diária de sódio recomendada.

:: Pão doce: apesar do nome fazer referência ao açúcar, o sódio não deixa de estar presente.
:: Churrasco: mesmo batendo o sal grosso após assar, a carne se mantém muito salgada e o consumo em excesso pode prejudicar a pressão arterial.

:: Embutidos: linguiças e salsichas figuram entre os principais vilões da saúde. A quantidade de sódio é enorme.

Os tipos:

:: Fino: esse tipo de sal é considerado o pior deles. Por ser refinado, o sal entra mais facilmente na corrente sanguínea e chega aos rins com mais rapidez.
:: Grosso: esse tipo tem as vantagens de não ser refinado e poder ser retirado parcialmente após o preparo. Porém, em geral, o sal grosso é sempre colocado em excesso.
:: Light: é uma mistura com os nutrientes sódio e potássio. Recomenda-se esse tipo de sal para pessoas que sofrem de hipertensão por ter menos sódio. Mas o sal light deve ser evitado por pacientes com problemas renais, que também podem ser provocados pelo consumo de potássio em excesso.


Fonte: http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/donna/noticia/2010/05/excesso-de-sal-tem-efeitos-maleficos-para-a-saude-2889410.html

Confira o Projeto de Lei do deputado Bruno Correia que dispõe sobre o uso excessivo do sal de cozinha e obriga os fabricantes e distribuidores de sal do Estado do Rio de Janeiro, a colocarem nas embalagens dos produtos a seguinte advertência:


“O consumo exagerado deste produto pode causar malefícios à sua saúde”

Após a publicação da lei no Diário Oficial, os fabricantes e distribuidores, terão 180 dias para se adequarem a nova norma.

Confira o Projeto:

            EMENTA:

DISPÕE SOBRE ADVERTÊNCIA QUANTO AO USO EXCESSIVO DO SAL DE COZINHA.

Autor(es): Deputado BRUNO CORREIA


A ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

RESOLVE:

Art. 1° - Os fabricantes e os distribuidores de sal de cozinha, (cloreto de sódio), estabelecidos no Estado do Rio de Janeiro, deverão fazer constar no invólucro do produto a seguinte advertência:

“o consumo exagerado deste produto pode causar malefícios à sua saúde”

Art. 2° - A advertência a que se refere o artigo anterior deverá ser grafada na cor vermelha, sobre fundo prata ou branco, em destaque no próprio rotulo.

Art. 3° - Os fabricantes e os distribuidores de sal de cozinha terão o prazo improrrogável de 180 (cento e oitenta) dias para se adaptarem aos parâmetros desta lei.

Art. 4º - A não observância desta norma implicará ao infrator as sanções da legislação em vigor.

Art. 5°- Esta lei entra em vigor no prazo de 180 (cento e oitenta) dias, contados de sua publicação.

Plenário Barbosa Lima Sobrinho, 06 de Setembro de 2011.


Bruno Correia
Deputado Estadual - PDT



JUSTIFICATIVA

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), um adulto deve consumir por dia no máximo 06 (seis) gramas de sal de cozinha, o que equivale a uma colher de chá ou 2,4 gramas de sódio. Mas pesquisas revelaram que o brasileiro vai bem além disso: consumindo cerca de 13 (treze) gramas diariamente.
Com efeito, o consumo excessivo do sódio faz com que ocorra a liberação de alguns hormônios, que causam a retenção de líquidos, aumentando a pressão sanguínea o que é ruim para o organismo por sobrecarregar coração principalmente para quem já possui hipertensão arterial.
Já a restrição do consumo de sódio diminui a pressão arterial, e segundo alguns estudos reduz a mortalidade por doenças como acidente vascular encefálico e na regressão da hipertrofia ventricular esquerda. A restrição do consumo de sódio pode ainda reduzir a excreção de cálcio pela urina, contribuindo para a prevenção da osteoporose em mulheres idosas.
Isso posto, o projeto de lei se faz necessário por tratar de matéria de alta relevância para a saúde pública, precipuamente, por ser dever do Estado à luz do que preceitua o art. 24, XII, da Constituição Federal, legislar sobre tal matéria, salientando, inclusive, que leis de mesma natureza foram objeto de proposição nos Estados de São Paulo e Minas Gerais.
Razão pela qual, espero o apoio dos nobres parlamentares desta Casa Legislativa à aprovação deste projeto de lei.

Projeto de Resolução - Concede o Diploma Leonel Brizola Ao Vereador Luis Romeu de Souza Oliveira




sexta-feira, 23 de março de 2012

Conheça As Variedades do Sal


Quando você vai ao mercado para reabastecer a despensa,provavelmente espera encontrar apenas algumas variedades e marcas de sal,como o sal iodado (o que a maioria de nós conhece como ''sal de cozinha'') e sal kosher (um sal grosso que é popular entre os chefes de cozinha). Mas você também pode encontrar produtos como sal marinho ou ''fleur de sel'' e ''sel gris'' – que alguns gastrônomos afirmam ter gosto diferente do sal iodado.

Mesmo que você tente não usar muito sal,é quase impossível evitá-lo. Existem cinco sabores que todas as pessoas são capazes de sentir: amargo,doce,azedo,salgado e umami (que significa “sabor delicioso e apetitoso” em japonês). Apenas o “salgado” está diretamente relacionado a uma substância que precisamos consumir para nossos corpos funcionarem corretamente. Graças a essa necessidade,os humanos e os animais tem um paladar incorporado ao sal.

O sal é um ingrediente presente em muitas receitas,inclusive nos doces,porque os alimentos muitas vezes ficam ''sem sabor'' quando ele não é usado. O sal aumenta o sabor e equilibra o amargor e a acidez. Ele também tem muitas outras funções nas receitas,como regular a fermentação do fermento em pães e conservar carnes. Ele é conhecido como ''aditivo alimentar mais antigo do mundo'',segundo informações do Instituto do Sal.

Todo sal contém dois elementos básicos: sódio e cloro. Como os dois elementos são voláteis,eles são encontrados na natureza como parte de compostos como o cloreto de sódio (NaCi),que forma o mineral halita. O cloreto de sódio é formado por cerca de 60% de cloro e 40% de sódio.

Tipos de Sal:
As variedades de sal disponíveis para o preparo de alimentos podem ser impressionantes,mas todas elas se enquadram em quatro tipos básicos: sal de cozinha,sal marinho,sal kosher e sal de rocha. Os três primeiros tipos são sais para fins alimentícios.

Sal de Cozinha – O sal de mesa é basicamente purificado a partir do sal marinho ou obtido de sal rochoso (halite),um mineral obtido por mineração de minas de sal. Este tipo de sal contém aditivos como iodetos (usados como suplemento alimentar) e vários agentes antiaglomerantes. Ele é processado para remover impurezas e contém antiaglutinantes como o fosfato de cálcio. Ao ser refinado o sal perde boa quantidades de minerais,e por isso,é acresicod de iodo,que é utilizado para prevenir o bócio (crescimento anormal da glândula tireóide),como uma medida de saúde pública.

Sal Marinho – O sal marinho e mais recomendado porque é obtido pela evaporação da água do mar,o que o torna mais puro. Este tipo de sal não passa pelo processo de refinamento. O sal marinho é mais escuro e seu sabor é menos salgado que o do refinado. O sal marinho é o sal grosso,aquele usado em churrascos,só que moído. Na maior parte do mundo,o sal mainho é mais caro que o sal de mesa. Entretanto,no Brasil,em função da escala de produção,é o tipo mais comum e barato.

Por não ser refinado o sal marinho mantém microminerais que geralmente são removidos durante o processo de refinação,inclusive o iodo (o sal contém aproximadamente 84 minerais que são eliminados durante o refino).

O sal marinho pode ser grosso,fino ou em flocos. Pode ser branco,rosa,preto,cinza,ou de uma combinação de cores,dependendo do lugar de onde vem e dos minerais contidos nele.

Alguns amantes da culinária afirmam que quantidades mais altas de microminerais podem deixar o sais marinhos com um sabor único e natural. Outros dizem que o sabor é o mesmo. Mas que as cores e texturas diferentes podem fazer a diferença na aparência dos pratos. Em geral,os sais marinhos não são usados durante a preparação,mas sim para ''finalizar'' um prato.

Sal Kosher – O sal kosher é usado para preparar carnes kosher,já que remove o sangue rapidamente. Muitos chefes de cozinha preferem usar este sal. Sua textura grossa facilita na hora de usá-lo e salpicá-lo sobre a comida durante ou depois do preparo. No entanto,ele não dissolve tão rápido quanto o sal de cozinha,então é melhor usar um sal de cozinha em uma receita,geralmente é ncessário usar o dobro da quantidade porque os cristais de sal kosher são maiores e ocupam mais espaço. O sal kosher não é iodado,e por isso,muitos chefs afirmam que ele é melhor para cozinhar.

Sal de Rocha – O sal de rocha é um sal grosso não refinado que geralmente contém impurezas não comestíveis. Mas ele tem um uso na culinária. Receitas de sorvetes caseiros costumam orientar que sal de rocha deve ser espalhado sobre o gelo ao redor do cilindro com a mistura de sorvete. O sal faz o gelo derreter mais rápido e a mistura de sal e água resultante congela a uma temperatura mais baixa do que se o gelo estivesse sozinho. Isso faz o sorvete congelar mais rápido. O sal de rocha também é espalhado sobre estradas e calçadas congeladas para derreter o gelo.

Consumo de Sal Pelos Seres Humanos:

O sódio e o cloro no sal são eletrólitos,minerais que conduzem eletricidade em nossos fluidos e tecidos. Os oustros eletrólitos principais são o potássio,o cálcio e o magnésio. Nossos rins controlam a quantidade de eletrólitos e água,regulando os fluidos que ingerimos e expelimos de nossos corpos. Se essa quantidade estiver alterada,nossos músculos,nervos e órgãos não irão funcionar corretamente porque as células não conseguem gerar contrações musculares e impulsos nervosos.

Apesar de necessitarmos do sal,é recomendando que ele seja consumido em pequenas quantidades. Consumido em excesso,o sal pode provocar problemas de saúde como hipertensão arterial (pressão alta) e funcionamento deficiente dos rins.

A Organização Mundial de Saúde recomenda que as pessoas consumam no máximo 2,0 gramas de sódio (o equivalente a uma colher de chá) por dia.


Fonte: http://www.bonde.com.br/bonde.php?id_bonde=1-33--54-20081215

Projeto de Resolução - Concede o Diploma Leonel Brizola Ao Excelentíssimo Prefeito do Município de Paty do Alferes,Rachid Elmôr



quinta-feira, 22 de março de 2012

Deputado Bruno Correia Entrega Proposta de Projeto para Armação de Búzios



O Deputado Bruno Correia, Presidente da Comissão de Saúde da Alerj, entregou ao empresário Ricardo Valdivia(pré-candidato a vereador pelo PDT), a proposta do Projeto de Implementação do Programa de Saúde Quilombola(comunidade Rasa)no PSF do município de Armação de Búzios. O Projeto vai ser avaliado pelo prefeito Mirinho.

Projeto de Resolução - Concede o Diploma Leonel Brizola a Sra. Claudia Casal Pereira



quarta-feira, 21 de março de 2012

Deputado Bruno Correia Entrega Emendas de Orçamento Para o Município de São José do Vale do Rio Preto

José Carlos,Luiz Romeu,Betânia Faraco e Bruno Correia

O deputado Bruno Correia,presidente da Comissão de Saúde da Alerj,recebeu em seu gabinete os vereadores José Carlos (PDT) e Luiz Romeu (PDT),juntamente com a diretora da Fundação Hospital Maternidade Santa Terezinha,Betânia Faraco. Durante a visita,o deputado entregou as emendas de orçamento aprovadas,para o munícipio de São José do Vale do Rio Preto que disponibiliza UTI móvel,clínica da saúde,UPA e dois desfibriladores.

Projeto de Lei do Deputado Bruno Correia é Aprovado na Alerj.



A Alerj aprovou na quarta-feira(21/03/12), o Projeto de Lei  nº1000-A/2011 do deputado Bruno Correia, que inclui na consolidação de datas comemorativas do Estado do Rio de Janeiro a festa de Santo Antônio, Padroeiro do Município de Nova Iguaçu.

terça-feira, 20 de março de 2012

Deputado Bruno Correia Visita Armação de Búzios

Na sexta-feira 16/3/2012, o deputado Bruno Correia, visitou o município de Armação de Búzios. Acompanhado do empresário Ricardo Valdivia, Bruno Correia, visitou diversos lugares do município, se encontrou com o prefeito de Búzios, Mirinho(PDT) e participou do programa da Cláudia Carrilho, na rádio Búzios Comunidade(87,9FM).
O deputado afirma que a visita foi muito proveitosa e serviu para conhecer melhor esse belo município.

Deputado Bruno Correia, Ricador Valdivia(E) e Prefeito Mirinho(D)

Deputado Bruno Correia com a equipe da Rádio Búzios Comunidade
Bruno Correia participando do programa de Cláudia Carrilho
O depuatado conhecendo a população

segunda-feira, 19 de março de 2012

Hipertensão

                                                                 Foto: Divulgação


A hipertensão é uma doença comum, que atinge cerca de 15 a 205 da população brasileira. Muitas pessoas nem sabem que tem pressão alta, pois, o organismo acostuma-se com os níveis elevados, que, contudo, vão comprometendo um silêncio órgãos como o coração, rins, cérebro e olhos. Mas, dá para evitar esse quadro e até prevenir o aparecimento da hipertensão.
 
O QUE É A HIPERTENSÃO ARTERIAL?   
Trata-se da pressão exercida pelo coração sobre as artérias, que pode ser medida por dois valores; máximo (pressão sistólica), que diz respeito à pressão que o coração faz para bombear o sangue em direção aos outros órgãos e o mínimo (pressão distólica) que se refere à acomodação do sangue nos valos sanguíneos.
 
QUAIS SÃO OS ÍNDICES NORMAIS DA PRESSÃO?
Para adultos, a Organização Mundial da Saúde aceita como normal uma pressão máxima de até 140 e uma pressão mínima de até 90 mmHg (14 por 9). Entretanto, tem havido uma tendência à redução desses níveis por conta da dificuldade em demarcar os limites entre os valores normais e a alterações que indicam hipertensão.
 
O QUE É HIPERTENSÃO?  
É uma doença de múltiplas causas, caracterizada pelo aumento mantido dos valores da pressão arterial. Valores de 14 por 9, mesmo que a pessoa esteja calma e em repouso, já podem ser considerados anormais.
 
O QUE ACONTECE NO ORGANISMO DE UM HIPERTENSO?  
Suas artérias ficam apertadas e dificultam a passagem do sangue, razão pela qual o coração precisa exercer uma pressão maior para bombeá-lo.
 
QUAIS SÃO OS SINTOMAS?
A maioria das pessoas que tem hipertensão não apresenta sintomas. Quando presente, porém, podem manifestar-se como dor de cabeça, sangramento nasal, tonturas e zumbidos no ouvido. Outros como palpitação, dor no peito, falta de ar, inchaço, alterações visuais, perda de memória e de equilíbrio, palidez, problemas urinários e dores nas pernas demonstram que os órgãos alvo da doença podem estar comprometidos. Nestes casos, convém procurar um médico imediatamente.
 
QUAIS SÃO AS CAUSAS DA DOENÇA?
Em 90 a 905 dos casos não há uma causa conhecida para a hipertensão. Mas, eventualmente, problemas endócrinos e renais, gravidez, uso freqüente de alguns medicamentos (anticoncepcionais, descongestionantes nasais, antidepressivos, corticóides e moderadores de apetite) de cocaína, bem como doenças neurológicas, podem ser causas de hipertensão arterial.
 
COMO A HIPERTENSÃO PODE SER DIAGNOSTICADA?
O diagnóstico é baseado na medida da pressão arterial com um aparelho próprio, usado em hospitais, ambulatórios e consultórios. Embora simples, a medida isolada da pressão sofre influência de vários fatores. Por conta disso, hoje a medicina utiliza outros recursos adicionais para diagnosticar a hipertensão.
 
QUE RECURSOS SÃO ESSES?   
Um deles é o teste ergométrico, que mede a pressão do indivíduo durante o esforço físico e pode evidenciar se ele possui risco de desenvolver hipertensão. Outro é a monitorização ambulatorial da pressão arterial (MAPA), que registra a pressão do paciente 24 horas, ao longo de suas atividades diárias e do sono, fornecendo dados relevantes para o médico. Mas nenhum desses recursos substitui a avaliação clínica do paciente e a medida da pressão arterial em consultório.
 
POR QUE É IMPORTANTE CONTROLAR A HIPERTENSÃO?  
Porque a expectativa de vida de uma pessoa com hipertensão é 40% menor que a de um indivíduo sadio, ao longo dos anos. O fato é que, ao esforçar-se para bombear o sangue, o coração do hipertenso fica vulnerável à insuficiência cardíaca. Além disso, devido ao aumento da pressão, vai desgastando os vasos, que podem romper-se e causar o derrame cerebral. Esse desgaste ainda facilita o acúmulo de placas de gordura nas artérias, predispondo o indivíduo ao infarto. Outra conseqüência grave é o comprometimento do sistema de filtração dos rins.
 
QUAL É O TRATAMENTO?    
Para alguns, uma dieta com pouco sal e sem gordura, além da mudança de3 hábitos de vida 9deixar de fumar, ingerir menos álcool, fazer exercícios e emagrecer) são suficientes par manter a pressão controlada. Outros, porém, necessitam de medicamentos. Mas só o médico pode estabelecer o tipo de hipertensão, avaliar o estado dos órgãos alvo da doença e prescrever o tratamento indicado.
 
COMO É POSSÍVEL PREVENIR A HIPERTENSÃO?   
Levar uma vida saudável, manter o peso ideal, não ingerir bebidas alcoólicas, fazer exercícios, não fumar e adotar uma dieta balanceada, com consumo moderado de sal são atitudes preventivas. Também é recomendável que toda pessoa com mais de 40 anos faça medidas periódicas de pressão – sobretudo quem tem histórico de pressão alta na família – sempre sob orientação médica.
 
QUALQUER ELEVAÇÃO DE PRESSÃO JÁ É SINAL DE SIPERTENSÃO?    
Não. A pressão varia nas 24 horas do dia e segue um ritmo próprio, influenciada pelo estado psicológico da pessoa, hábitos e atividades cotidianas. Portanto, pode subir momentaneamente, mas depois voltar ao normal. Para ser rotulado como hipertenso, o paciente deve apresentar níveis de pressão acima dos limites da normalidade, obtidos em medias consecutivas, em duas ou mais visitas ao médico.

Fonte: Centro de Medicina Diagnóstica Fleury / http://www.comerciarios.com.br/Saude/hipertensao.htm

Projeto de Resolução - Concede o Diploma Leonel Brizola Ao Sr. Eliton Luiz Domingos Ferreira

sexta-feira, 16 de março de 2012

Esclarecimentos Sobre o Consumo de Sal


Usado para conservar alimentos no passado,o sal tornou-se um dos temperos mais populares do mundo. Que problema há nisso? Nenhum. Afinal,a substância é importante para o equilíbrio das nossas células e para a transmissão dos impulsos nervosos

O erro está no consumo excessivo: quem abusa do mineral aumenta o risco de ter hipertensão,doenças cardiovasculares,derrame cerebral,osteoporose,câncer no estômago,catarata...Por isso,a Organização Mundial da Saúde (OMS) aconselha a ingestão máxima de 2 g de sódio por dia (ou uma colher de chá)

Mesmo quem não almoça ao lado do saleiro precisa ficar ligado,pois os alimentos industrializados são carregados de sódio. De acordo com estudos da Clínica Mayo,escola americana de educação e pesquisa,77% do sódio que ingerimos vêm dos molhos,produtos em conserva e embutidos,só para citar os itens mais salgados. “Consumindo alimentos naturais,já suprimos a cota necessária de sal para manter o bom funcionamento do organismo”,diz o cardiologista Celso Amodeo ,do Hospital do Coração (SP)


Esclareça algumas dúvidas sobre o consumo de sal:

1 - Qual a importância do sal para a saúde?
O sal está diretamente ligado ao volume de fluidos fora das células. Tudo que modifica a quantidade de sal afeta a retenção de líqüidos no corpo. Ele ajuda a regular as passagens de líqüido e de substâncias pela membrana das células, mantendo a pressão osmótica delas. Além disso, é importante para a transmissão de impulsos nervosos.

2 - Quanto deve ser consumido por dia?
A recomendação é que adultos ingiram de quatro a seis gramas de sal por dia.

3 - Há recomendações específicas para crianças e idosos?
Ambos devem consumir menos sal. Aconselha-se que os pais não adicionem a substância à comida das crianças até os dois anos de idade. Além de o leite materno e o sódio já presente nos alimentos suprirem suas necessidades, evita-se, com isso, que elas se acostumem a uma alimentação muito salgada, já que é nessa fase que se forma o padrão gustativo.

Já os idosos devem comer menos sal (o ideal seria cerca de 5 g por dia) porque tendem a reter mais sódio e também porque, com o envelhecimento, os vasos vão perdendo naturalmente a capacidade de distensão, sendo mais provável que desenvolvam hipertensão.

4 - Doces estão liberados?
Não necessariamente. Quem tem hipertensão deve evitar produtos adoçados com ciclamato de sódio. Assim como o sal, esse adoçante tem sódio, que afeta a pressão.

5 - Posso suprir minha necessidade diária de sal só com alimentos naturais?
Sim. O sódio está presente na maioria dos alimentos, embora em quantidade pequena. Alimentos como carne, peixes e ovos podem suprir essa necessidade. O problema é que nossa alimentação é pobre em iodo, e o sal de cozinha é, por lei, enriquecido com essa substância. O iodo é importante para a saúde (gestantes que têm um consumo insuficiente de iodo, por exemplo, podem ter filhos com distúrbios cognitivos).

6- O excesso de sal leva à hipertensão?

Sim. Em populações que consomem muito sal, os índices de hipertensão são mais altos à medida que as pessoas envelhecem.

7- Quem tem pressão baixa precisa comer mais sal?

Não, pois o fato de a pessoa ter pressão baixa não significa que ela não possa ter hipertensão no futuro. Além disso, sabe-se que os riscos de problemas cardiovasculares são maiores entre pessoas que comem muito sal mesmo quando elas não apresentam hipertensão arterial. O mesmo vale para problemas renais e digestivos. Estudos também mostram que o excesso de sal pode causar broncoespasmos, piorando quadros de asma.

8 - Quais as diferenças entre o sal marinho e o sal mineral?

Embora sejam extraídos de formas diferentes (o mineral de minas subterrâneas e o marinho, da evaporação da água do mar), os dois apresentam a mesma composição e causam os mesmos efeitos no corpo.

9- Grávidas devem seguir alguma orientação específica?
As regras são as mesmas, de quatro a seis gramas por dia. Como a mulher já tem uma tendência a reter líquidos durante a gravidez, o consumo excessivo de sal pode levá-la a um aumento de pressão, o que pode causar pré-eclampsia. Entretanto, a dieta também não pode ser muito restritiva em relação a sal, já que, nos primeiros meses, a gestante tende a ter uma pressão mais baixa, e a falta de sódio pode diminuir o fluxo de sangue que chega até a placenta.

10 - Posso substituir o sal por outra substância?
Embora não exista um substituto para salgar os alimentos, o sal pode ser trocado, nas receitas, por ervas e condimentos que acentuem o sabor dos alimentos.

11 - Como deve ser o consumo de sódio em esportistas?
O sódio, assim como outros sais minerais, é liberado pelo corpo junto com o suor. Por isso, pessoas que se exercitam intensamente podem perder mais sódio. Mas isso só se torna um problema se o exercício for praticado por muito tempo (a partir de uma hora, uma hora e meia), principalmente em ambientes quentes e úmidos. Nesses casos, a reposição deve ser feita por meio de bebidas isotônicas, e não pelo acréscimo de sal na comida.

12 - Em quanto tempo o organismo consegue expelir o excesso após uma alimentação sobrecarregada de sal?
Pessoas normais demoram de um a dois dias para reequilibrar o organismo. Em pessoas com hipertensão, o processo de eliminação do excesso de sal demora de cinco a sete dias.


13 - O sal causa problemas na tireóide?

Sim e não. O cloreto de sódio não afeta a tireóide. Entretanto, no Brasil, o sal é enriquecido com iodo. Se consumido em excesso, o iodo pode levar à tireoidite de Hashimoto em pessoas com predisposição genética a doenças auto-imunes. Em 2003, a Anvisa reduziu os níveis de iodo no sal para evitar esse tipo de problema.

14 - O que é o sal light e quais seus benefícios?

O sal light é formado por uma mistura de cloreto de sódio e cloreto de potássio. Embora os dois possam ser chamados de sal, eles afetam o organismo de formas diferentes. Enquanto o potássio regula a retenção de líquidos dentro das células, o sódio age fora das células. Embora seja recomendado a pessoas com hipertensão, o sal light não é indicado para pessoas com problemas renais. Embora o potássio não leve a doenças renais, problemas nos rins levam a um acúmulo de potássio no corpo, o que aumenta os riscos de problemas cardíacos.


15 - O efeito do sal é o mesmo em todas as pessoas?

Não, os graus da sensibilidade ao sal variam de pessoa para pessoa. Acredita-se que algumas pessoas, por determinação genética, tenham rins que não manipulam bem o excesso de sal no organismo. Por isso, elas seriam mais sensíveis ao sal. Essa característica também está ligada a grupos étnicos: entre negros, por exemplo, a prevalência de pessoas mais sensíveis ao sal é maior. Homens e mulheres também apresentam resistência diferente ao sal. As mulheres, de modo geral, são mais "protegidas" contra os efeitos do sal até a menopausa. Depois disso, o risco de ter hipertensão é mais acentuado nelas do que neles.


Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u4191.shtml
           http://mdemulher.abril.com.br/saude/reportagem/alimenta-saude/conheca-beneficios-maleficios-consumo-sal-626652.shtml

Projeto de Resolução - Concede o Diploma Leonel Brizola Ao Sr. Joadil Raposo Mendonça


quinta-feira, 15 de março de 2012

Malefícios do Sal Para a Nossa Saúde



Manter uma alimentação saudável é essencial em qualquer idade, pois com uma alimentação mais balanceada conseguimos viver uma vida melhor e com mais qualidade de vida, uma vez que os nutrientes essenciais para uma boa saúde só são obtidos através de uma boa alimentação.

No entanto, devido à correria do dia a dia acabamos não dando muita importância para a nossa alimentação e ingerimos qualquer alimento que podemos encontrar facilmente em bares, padarias e supermercados, que em sua maioria são salgados e lanches, os quais podem provocar vários malefícios a nossa saúde caso sejam consumidos com freqüência.
O consumo desses alimentos ocorre freqüentemente pelas pessoas porque na maioria das vezes elas não têm tempo de ir até suas casas na hora do almoço e acabam optando por comer os mesmos.
Mas para que você possa cuidar melhor da sua saúde é necessário evitar o consumo desses alimentos, que podem provocar sérios danos a saúde, pois além das gorduras, eles ainda oferecem uma grande quantidade de sal.
Além de ser o grande vilão da pressão alta, o sal também vem sendo acusado de engordar e trazer vários prejuízos à saúde, onde estudos comprovaram que o sódio presente no sal pode levar a um grande ganho de peso, pois ele aumenta a ação dos hormônios que estocam a gordura.
Quanto mais sal ingerimos, mais necessitamos de água no organismo para diluí-lo. Por isso que quando comemos um churrasco salgado, passamos o dia todo bebendo água.
Mas o grande problema é que parte da água retida no organismo acaba não sendo eliminada, colaborando para o ganho de peso.
Além dos malefícios já citados acima, a grande ingestão de sal também pode ocasionar problemas cardíacos e cálculos renais. Sendo indicado retirar o sal das nossas refeições para que possamos ter uma vida mais saudável e livre de doenças.

Fonte: http://007blog.net/maleficios-do-sal-para-a-nossa-saude/

Confira a Lei do deputado Bruno Correia que dispõe sobre o uso excessivo do sal de cozinha e obriga os fabricantes e distribuidores de sal do Estado do Rio de Janeiro, a colocarem nas embalagens dos produtos a seguinte advertência:

“O consumo exagerado deste produto pode causar malefícios à sua saúde”

Após a publicação da lei no Diário Oficial, os fabricantes e distribuidores, terão 180 dias para se adequarem a nova norma.

Confira o Projeto:
            EMENTA:
DISPÕE SOBRE ADVERTÊNCIA QUANTO AO USO EXCESSIVO DO SAL DE COZINHA.
Autor(es): Deputado BRUNO CORREIA


A ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
RESOLVE:
Art. 1° - Os fabricantes e os distribuidores de sal de cozinha, (cloreto de sódio), estabelecidos no Estado do Rio de Janeiro, deverão fazer constar no invólucro do produto a seguinte advertência:

“o consumo exagerado deste produto pode causar malefícios à sua saúde”

Art. 2° - A advertência a que se refere o artigo anterior deverá ser grafada na cor vermelha, sobre fundo prata ou branco, em destaque no próprio rotulo.

Art. 3° - Os fabricantes e os distribuidores de sal de cozinha terão o prazo improrrogável de 180 (cento e oitenta) dias para se adaptarem aos parâmetros desta lei.

Art. 4º - A não observância desta norma implicará ao infrator as sanções da legislação em vigor.

Art. 5°- Esta lei entra em vigor no prazo de 180 (cento e oitenta) dias, contados de sua publicação.
Plenário Barbosa Lima Sobrinho, 06 de Setembro de 2011.


Bruno Correia
Deputado Estadual - PDT

JUSTIFICATIVA
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), um adulto deve consumir por dia no máximo 06 (seis) gramas de sal de cozinha, o que equivale a uma colher de chá ou 2,4 gramas de sódio. Mas pesquisas revelaram que o brasileiro vai bem além disso: consumindo cerca de 13 (treze) gramas diariamente.
Com efeito, o consumo excessivo do sódio faz com que ocorra a liberação de alguns hormônios, que causam a retenção de líquidos, aumentando a pressão sanguínea o que é ruim para o organismo por sobrecarregar coração principalmente para quem já possui hipertensão arterial.
Já a restrição do consumo de sódio diminui a pressão arterial, e segundo alguns estudos reduz a mortalidade por doenças como acidente vascular encefálico e na regressão da hipertrofia ventricular esquerda. A restrição do consumo de sódio pode ainda reduzir a excreção de cálcio pela urina, contribuindo para a prevenção da osteoporose em mulheres idosas.
Isso posto, o projeto de lei se faz necessário por tratar de matéria de alta relevância para a saúde pública, precipuamente, por ser dever do Estado à luz do que preceitua o art. 24, XII, da Constituição Federal, legislar sobre tal matéria, salientando, inclusive, que leis de mesma natureza foram objeto de proposição nos Estados de São Paulo e Minas Gerais.
Razão pela qual, espero o apoio dos nobres parlamentares desta Casa Legislativa à aprovação deste projeto de lei.

Bronquite Aguda

                                                                                       Foto: Divulgação


O que é?

É uma inflamação da árvore brônquica, geralmente associada com uma infecção respiratória generalizada. A árvore brônquica é composta por tubos (brônquios) que carregam o ar para dentro dos pulmões. Quando esses tubos estão com alguma infecção ficam edemaciados (inchados) e produzem muco (catarro) espesso. Isto pode tornar a respiração difícil.
A bronquite aguda é uma doença respiratória aguda, com tosse intensa e prolongada, que persiste por mais tempo após o desaparecimento dos outros sintomas respiratórios. A doença pode tornar a árvore brônquica mais sensível ao ar frio e a poluentes como a fumaça do cigarro, fazendo com que o indivíduo tenha tosse intensa quando se defronta com tais situações.

Como se adquire?

Esta é uma doença que ocorre mais comumente durante os meses de inverno. Ela é quase sempre causada por viroses que atacam a mucosa (camada interna) dos brônquios, causando a infecção. Na maioria das vezes, as mesmas viroses que causam resfriados, causam a bronquite aguda.
Dentre os vírus respiratórios que podem estar envolvidos, podemos citar os
 

adenovírus
vírus influenza
coronavírus
rinovírus

Dentre as bactérias que podem causar uma bronquite aguda estão a
 

Chlamydia pneumoniae
Bordetella pertussis
Mycoplasma pneumoniae

Por vezes, bactérias como o Hemophilus influenzae e o Pneumococo podem também invadir, secundariamente, a árvore brônquica numa bronquite aguda. Fungos raramente são os causadores de tal doença.
As viroses que causam bronquite aguda espalham-se pelo ar. Se o indivíduo sadio respirar o ar contaminado por vírus deixado pela tosse de um doente, poderá adquirir a doença. Isso também poderá acontecer se tocarmos com a mão numa superfície contaminada por vírus e, após, a levarmos até o nariz ou a boca. A superfície contaminada pode ser a mão de um indivíduo doente ou um objeto tocado por ele.

O que se sente?

A manifestação mais proeminente da bronquite aguda é a tosse. Às vezes, ela pode durar várias semanas ou meses. Isto ocorre quando a mucosa da árvore brônquica demora a se recuperar. Entretanto, a tosse que não vai embora pode ser o sinal de um outro problema – asma ou pneumonia, por exemplo. Nestas situações, a consulta com um médico torna-se imperiosa.
Na bronquite aguda, a tosse costuma ser não-produtiva (seca) no início. Mas, depois, torna-se produtiva – com escarro denso como uma goma. Mais adiante, no curso da doença, o escarro pode ficar purulento – amarelado ou esverdeado.
Além da tosse, o indivíduo afetado poderá ter dor torácica ou desconforto junto ao osso do peito ao tossir ou respirar. Também poderá ou não apresentar febre durante.

Como o médico faz o diagnóstico?

Examinando o paciente, o médico poderá notar roncos e outras alterações na ausculta do tórax com o estetoscópio (aparelho para ouvir os murmúrios respiratórios dos pulmões). Essas alterações são compatíveis com pneumonia.
No entanto, o médico poderá solicitar uma radiografia do tórax e, ao notar que não aparece opacidade nos pulmões, concluirá que não se trata de uma pneumonia. Portanto, o diagnóstico é feito baseado nos achados do paciente e a radiografia de tórax serve para afastar a possibilidade de uma pneumonia.
Para a identificação do germe envolvido na bronquite aguda, em alguns casos, o médico solicitará o exame do escarro que poderá ser importante para o sucesso no tratamento.
Além disso, existem outros exames que auxiliam os médicos a identificar a presença de vírus no sangue da pessoa doente.

Como se trata?

A maioria dos casos de bronquite aguda resolve-se por si própria no decorrer de poucos dias ou numa semana. Sendo uma doença causada geralmente por vírus, antibióticos (medicamentos que combatem bactérias) normalmente não ajudam. Eles também não aliviam a tosse, nem encurtam o tempo da doença – salvo, é claro, nos casos onde há uma bactéria envolvida.
Na maioria das vezes, devem ser adotadas apenas medidas para o alívio da tosse. Para isso, podem ser utilizados mucolíticos que são medicamentos que facilitam a expectoração do muco produzido pela doença. Esses mucolíticos podem ser utilizados através de xaropes, comprimidos (efervescentes ou não), pó dissolvido em água ou soluções para colocar em nebulizadores.
Caso o resultado do exame do escarro seja sugestivo de infecção secundária por bactérias, o médico deverá instituir o uso de antibióticos direcionados contra o Pneumococo e o Hemophilus influenzae.
Também é importante lembrar que a cessação do fumo torna a cura mais rápida.
Ainda em relação ao tratamento, o uso de broncodilatadores (os mesmos usados em casos de asma) através de nebulizadores pode ser útil no alívio do desconforto respiratório que eventualmente surja no curso da enfermidade.
Sedativos da tosse poderão ser utilizados se o médico que assiste o paciente julgar conveniente. A pessoa nunca deve se automedicar, pois correrá o risco de agravar sua situação clínica.

Como se previne?

A cessação do fumo é importante, pois ele torna a mucosa dos brônquios mais suscetível à ação danosa dos vírus.
Lavar as mãos freqüentemente também ajuda na prevenção, já que a contaminação pode ocorrer através do contato entre as pessoas. Tapar a boca e o nariz ao tossir ou espirrar também são medidas simples para diminuir o contágio por vírus entre as pessoas.

Fonte: http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?458

terça-feira, 13 de março de 2012

Lei do Deputado Bruno Correia no Jornal Hoje da TV Globo

Assista a matéria: http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2012/03/embalagens-de-sal-vendidas-no-rio-de-janeiro-terao-uma-advertencia.html


Embalagens de sal vendidas no Rio de Janeiro terão uma advertência

As advertência será parecida com a dos maços de cigarro. Uma lei estadual obriga fabricantes e distribuidores do produto a alertar que o consumo exagerado de sal pode prejudicar a saúde.

Tatiana Nascimento Rio de Janeiro, RJ


Cinco gramas é a quantidade de sal que os nutricionistas recomendam por dia. Mais ou menos uma colher de cafezinho.
Nessa quantidade já deve estar incluído o tempero presente nos alimentos, principalmente nos industrializados, que costumam ser salgados demais. Diminuindo o sal você ganha saúde.
A pessoa que consome muito sal tem mais sede e por isso bebe mais água. O excesso de sal dificulta a eliminação do líquido pelo organismo, os rins ficam sobrecarregados, a pressão nos vasos sanguíneos aumenta e o coração é obrigado a trabalhar mais.


Segundo a nutricionista Bia Rique, o excesso de sal no organismo provoca inchaço. “Nada adianta a pessoa fazer um esforço para beber muita água e ficar comendo o dia inteiro alimentos ricos em sal, porque o sal puxa o líquido para os tecidos e vai viver reclamando que está inchada".
Nos rótulos dos produtos, o sal aparece como sódio. Vinte azeitonas ou duas colheres e meia de sopa de molho de soja já tem a quantidade de sal que deveríamos comer o dia inteiro. Quatro colheres de sopa de queijo parmesão têm metade da quantidade recomendada de sódio.
saiba mais
“A pessoa pode cozinhar praticamente sem sal e usar temperos frescos que compra na feira. Alho, cebola, cheiro verde, salsinha, manjericão compensam a falta de sal que a pessoa vai sentir no paladar”, diz a nutricionista.
Os fabricantes e distribuidores do Rio de Janeiro têm seis meses para incluir o alerta sobre o consumo exagerado de sal nas embalagens.

Fonte: www.globo.com/jornalhoje

Lei do Deputado Bruno Correia no Jornal da Globo News

segunda-feira, 12 de março de 2012

Indicação Legislativa - Solicita Ao Secretário de Saúde do Estado do Rio de Janeiro,Instalação de Unidade de Pronto Atendimento (UPA) 24 Horas,No Município de São João de Meriti


Osteoporose

O que é osteoporose?

Osteoporose é a doença óssea metabólica mais freqüente, sendo a fratura a sua manifestação clínica. É definida patologicamente como "diminuição absoluta da quantidade de osso e desestruturação da sua microarquitetura levando a um estado de fragilidade em que podem ocorrer fraturas após traumas mínimos". É considerada um grave problema de saúde pública, sendo uma das mais importantes doenças associadas com o envelhecimento.

A fratura de femur é a consequência mais dramática da osteoporose. Cerca de 15% a 20% dos pacientes com fratura de quadril morrem devido à fratura ou suas complicações durante a cirurgia, ou mais tarde por embolia ou problemas cardiopulmonares em um período de 3 meses e 1/3 do total de fraturados morrerão em 6 meses. Os restantes, em sua maioria, ficam com graus variáveis de incapacidade.
Em aproximadamente 20% dos casos pode ser identificada uma doença da qual a osteoporose é secundária e nos 80% restantes os pacientes são portadores de osteoporose da pós-menopausa ou osteoporose senil.

Como se desenvolve a osteoporose?

O remodelamento ósseo é um processo contínuo de retirada de osso para o sangue e formação de osso novo, ocupando 20 a 30% do esqueleto a cada momento. Através do remodelamento, o tecido ósseo substitui células velhas por novas (o que ocorre em todos tecidos) e o organismo pode dispor de elementos importantes que são armazenados nos ossos, como o cálcio.

Os osteoclastos são as células responsáveis pela reabsorção durante o remodelamento.
osteoporose 1No início de cada ciclo de remodelamento os osteoclastos escavam o osso, formando lacunas na sua superfície e cavidades no seu interior. Após cerca de duas semanas os osteoclastos são deslocados pelos osteoblastos que em um período aproximado de três meses preenchem a área absorvida com osso novo.

Até aproximadamente 30 anos de idade a quantidade de osso reabsorvido e reposto é igual. A partir daí, inicia-se um lento balanço negativo que vai provocar, ao final de cada ativação das unidades de remodelamento, discreta perda de massa óssea. Inicia-se, portanto, um lento processo de perda de massa óssea relacionada com a idade - osteoporose senil - no qual, ao longo de suas vidas, as mulheres perderão cerca de 35% de osso cortical (fêmur, por exemplo) e 50% de osso trabecular (vértebras), enquanto os homens perderão 2/3 desta quantidade.
osteoporose 2Além desta fase lenta de perda de massa óssea, as mulheres têm um período transitório de perda rápida de osso no qual a queda de estrógenos circulantes, que ocorre desde a pré-menopausa, desempenha papel importante. O período transitório de perda rápida pode se manter por 4 a 8 anos, nos quais a perda óssea chega até a 2% ao ano. O osso trabecular é metabolicamente mais ativo e mais responsivo às alterações do funcionamento do organismo o que pode explicar porque, neste tipo de osso, a perda óssea inicia-se, em ambos sexos, na terceira década e a massa total de osso declina 6 a 8% a cada 10 anos. Também a resposta à queda estrogênica é mais intensa, havendo grande aceleração do remodelamento ósseo e perda de 5 a 10% de massa óssea ao ano em 40% das mulheres - osteoporose da pós-menopausa.

Observam-se, portanto, dois padrões distintos de alterações no funcionamento das unidades de remodelamento que levarão à osteoporose. Um é lento e dependente da idade - osteoporose senil - e relacionado com defeito na formação óssea; os osteoclastos produzem lacunas de profundidade normal ou até menores, mas os osteoblastos são incapazes de preenchê-las completamente.
Já as modificações que ocorrem com a queda de estrógenos levam a um remodelamento onde há maior número de osteoclastos e cada um produz uma cavidade mais profunda; também há aumento da atividade dos osteoblastos que tentam corrigir o defeito mas não conseguem, caracterizando o remodelamento acelerado onde a atividade de reabsorção é maior e, no final de cada ciclo, haverá um declínio significativo de massa óssea - osteoporose da pós-menopausa.

Fatores de risco para osteoporose

A massa óssea do adulto - pico de massa óssea - reflete o acúmulo de tecido ósseo ocorrido durante o crescimento. Parece chegar ao limite máximo ao redor dos 17 anos de idade, podendo estender-se até ao redor dos 30 anos.
Predispõem à osteoporose fatores que induzem a um baixo pico de massa óssea e aqueles que são responsáveis por perda excessiva ou baixa produção.
Genéticos
Raça branca ou asiática
História familiar
Baixa estatura
Massa muscular pouco desenvolvida
Estilo de vida
Baixa ingesta de cálcio
Sedentarismo
Exercício excessivo levando a amenorréia (ausência de menstruação)
Pouca exposição solar
Nuliparidade
Tabagismo (*)
Alcoolismo (*)
Dieta vegetariana (*)
Alta ingesta de proteínas permanentemente (*)
Alta ingesta de cafeína permanentemente (*)
(*) Associado com os outros fatores
Ginecológicos
Menopausa precoce sem reposição hormonal
Primeira menstruação tardia
Retirada cirúrgica de ovários sem reposição hormonal
Ligadura das trompas (+)
Retirada cirúrgica parcial do útero (+)
(+) Risco de diminuição da função ovariana por insuficiência vascular.
Manifestações clínicas

Os sintomas são secundários às fraturas. Quando ocorre nas vértebras, a dor pode ser de dois tipos. Uma é aguda, localizada, intensa, mantendo a paciente imobilizada e relacionada com fratura em andamento. Em situações de dor aguda, inicialmente ela pode ser mal localizada, espasmódica e com irradiação anterior ou para bacia e membros inferiores. A fratura vertebral pode ainda não ser observável com precisão em exame radiológico, dificultando o diagnóstico. A paciente se mantém em repouso absoluto nos primeiros dias. Mesmo sem tratamento, a dor diminue lentamente e desaparece após duas a seis semanas, dependendo da gravidade da fratura. Quando a deformidade vertebral residual é grave, pode permanecer sintomatologia dolorosa de intensidade variável ou esta aparecer tardiamente.

Também ocorrendo com freqüência, a dor pode ser de longa duração e localizada mais difusamente. Nestes casos, ocorreram microfraturas que levam a deformidades vertebrais e anormalidades posturais e conseqüentes complicações degenerativas em articulações e sobrecarga em músculos, tendões e ligamentos.

Nova fratura vertebral é comum, repetindo-se o quadro clínico. Nas pacientes com dor persistente, esta se localiza em região dorsal baixa e/ou lombar e, freqüentemente, também referida a nádegas e coxas. Nesta etapa da evolução da doença as pacientes já terão sua altura diminuida em alguns centímetros às custas das compressões dos corpos vertebrais e do achatamento das vértebras dorsais.

O dorso curvo (cifose dorsal) é característico e escoliose (curvatura lateral) lombar e dorsal aparecem com grande freqüência. Com a progressão da cifose dorsal há projeção para baixo das costelas e conseqüente aproximação à bacia, provocando dor local que pode ser bastante incômoda. Nos casos mais avançados, a inclinação anterior da bacia leva a alongamento exagerado da musculatura posterior de membros inferiores e contratura em flexão dos quadris e consequentes distúrbios para caminhar, dor articular e em partes moles. Compressão de raíz nervosa é muito rara.

Fonte: http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?312&-osteoporose