No dia 29/04,o deputado Bruno Correia participou da Cavalgada em homenagem a São Jorge,em Teresópolis,no bairro de Sebastiana. O evento foi organizado pela companheira Marta Fernandes.
Aconteceu na sexta-feira dia 27/04/12, a Convenção Estadual do PDT RJ. O Gabinete Itinerante do deputado Bruno Correia, esteve presente em frente a Sede Estadual do PDT e deu atendimento no Centro do Rio de Janeiro.
PROJETO DE LEI Nº 998/2011 DE AUTORIA DO DEPUTADO BRUNO CORREIA
QUE INCLUI NA CONSOLIDAÇÃO DE DATAS COMEMORATIVAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO A
FESTA DE SÃO JOÃO BATISTA;PADROEIRO DO MUNICÍPIO DE NITERÓI. PARECERES: DAS COMISSÕES DE CONSTIUIÇÃO E JUSTIÇA, PELA JURIDICIDADE;
DE DE ASSUNTOS MUNICIPAIS E DESENVOLVIMENTO REGIONAL, FAVORÁVEL. RELATORES: DEPUTADOS SAMUQUINHA E JANIO MENDES.
Nosso Gabinete Itinerante, esteve em Duque de Caxias na Vila São Luís. Mais uma vez nossa equipe atendeu a população e prestou
contas do mandato parlamentar do deputado Bruno Correia.
A
dengue vai ser tema de debate na Assembleia Legislativa do Estado Rio
de Janeiro, em audiência pública, no dia 03 de maio de 2012, por
iniciativa do deputado Bruno Correia, presidente da Comissão de
Saúde da Alerj.
Segundo o deputado, essa ameaça de epidemia
da doença exige uma mobilização imediata do poder público, para
evitar que se repitam os números alarmantes de casos de dengue
registrados nos últimos anos. “Nossa gente está sujeita a um
coquetel mortal, no qual o mosquito e o desamparo dos gestores
públicos se juntam para fazer suas vítimas”, disse o deputado
Bruno Correia.
A
Comissão de Saúde convidou o Superintendente de Vigilância
Epidemiológica e Ambiental de Saúde do Estado do Rio de Janeiro,
Dr. Alexandre Chiepe, para tratar da Questão da Dengue no Estado do
Rio de Janeiro e junto com o Poder Executivo encontrar soluções
para combater a epidemia no Estado.
Data:
03 de maio de 2012 Horário: 14:00h Local: Sala 311 do Palácio
Tiradentes da Alerj
A universitária Thaís Veríssimo já foi incomodada por uma passageira que
ouvia música sem fone de ouvido ao viajar do Rio para Teresópolis
Foto:
Fabio Rossi / O Globo
RIO - O publicitário Wellington Amaral pegou o ônibus 696 ao sair da
faculdade, como sempre fazia. Depois de um dia cansativo, mal sabia ele
que teria uma viagem estressante. Ao seu lado, um rapaz ligou o celular e
começou a ouvir música sem fone de ouvido. Como se já não bastasse um
“DJ” durante a viagem, na outra fileira de bancos uma moça fez a mesma
coisa. O rapaz, então, ligou um segundo celular para “competir” com a
jovem. Por causa de situações como essa que a Assembleia Legislativa
vota até o fim deste mês um projeto de lei que prevê multa de R$ 1 mil
reais para passageiros que insistirem em ouvir som sem fone de ouvido e
também para a empresa de transporte.
- Não só eu me senti
incomodado, os outros passageiros do ônibus também. Mas eu fiquei
quieto, assim como os outros, não falei nada porque faço tudo para
evitar confusão – conta Wellington.
Veja também
A
economista Glaucia dos Santos, de 28 anos, passou por problema
semelhante, mas decidiu não ficar calada. Enquanto dormia no ônibus da
linha 2236, que faz o trajeto Campo Grande-Castelo, um homem ligou seu
notebook e pôs um clipe musical para tocar – mais uma vez, sem usar fone
de ouvido.
- Eu acordei assustada porque o som estava alto. Eu
disse que o computador dele parecia muito moderno, mas que não tinham
apresentado a ele um equipamento igualmente moderno, que é o fone de
ouvido. Ele respondeu que estava sem fone e abaixou o volume. Eu
reclamei, mas meu pai falou para eu não fazer mais isso porque posso
apanhar na rua.
O medo de reclamar é justificável, principalmente diante de tantos casos de morte por motivo banal. Em março de 2010, um homem foi morto dentro de um ônibus em Botafogo depois de se recusar a fechar a janela.
Isso sem falar nos casos fora do transporte público, como os que
aconteceram porque alguém colocou lixo na calçada do vizinho ou reclamou
de barulho durante a madrugada. Segundo o deputado Bruno Correia,
autor do projeto de lei, a multa de R$ 1 mil reais para passageiros mal
educados e empresas de transporte que não tomam providências contra
eles seria aplicada apenas em último caso: - Primeiro há a
recomendação de o próprio motorista ou funcionário da empresa orientar o
passageiro a desligar o aparelho ou usar o fone. Não sendo cumprida, há
a multa, que seria aplicada pela força policial mais próxima. Sobre o valor da multa, que para alguns pode parecer um exagero, o deputado justifica: -
Isso é um parâmetro. A maioria das leis prevê multa nessa faixa. E,
quando mexe no bolso, a população costuma pensar mais nos seus atos. O
mais importante, entretanto, é a mudança cultural. Todos têm que
respeitar o direito do próximo. Há momentos apropriados, e no coletivo
isso não é adequado. A proposta do deputado vale apenas para meios
de transporte intermunicipais. O projeto de Bruno Correia já passou por
algumas comissões da Casa. Se for aprovado, deverá coibir situações
como a que universitária Thaís Veríssimo passou. Durante uma viagem de
madrugada do Rio para Teresópolis, uma mulher ouvia uma rádio evangélica
pelo celular, com o alto-falante ligado.
- Uma outra passageira
foi até ela e pediu gentilmente para desligar a música porque estava
incomodando os outros passageiros. Ela justificou que “a música era de
Deus”. A moça respondeu: "tudo bem senhora, mas nem todos querem ser
evangelizados e estão incomodados. Desligue, por favor". Ela se rendeu e
desligou.
Como a lei se aplica a meio de transporte
intermunicipal, outros beneficiados seriam os passageiros das barcas. O
servidor público Evandro Pereira, de 29 anos, conta que em uma viagem de
Niterói para o Rio, um homem ouvia um funk com letras pornográficas. Na
ocasião, Evandro estava com o seu filho, que tinha 5 anos.
- Eu
pedi pra ele: "amigo, por favor, pode desligar a música? Pela lei, é
proibido usar aparelho de som em transporte público". Ele disse que não
sabia que lei era essa, mas desligou. Mas logo em seguida ligou de novo.
Então chamei um funcionário da Barcas S/A, que pediu para que ele
desligasse. Só assim ele acatou. Sem lei, decretos e portarias preveem apenas avisos proibitivos, mas não as providências
De
fato, não há uma lei que proíba ouvir som em transporte público sem
fone de ouvido. O decreto municipal n° 12.713/94 prevê apenas que os
veículos devem ter um adesivo informando que é proibido usar aparelho de
som. De acordo com a Secretaria Municipal de transportes, as
autoridades dentro do ônibus são o motorista e/ou o cobrador e cabe a
eles solicitar ao portador do equipamento de som que diminua o volume ou
tomar as devidas providências para o bom andamento da viagem. Para as
linhas intermunicipais, vale a portaria 437/97 do Detro, que proíbe
aparelho sonoro no interior do veículo, mas não define sobre o que o
usuário incomodado deve fazer.
Segundo a assessoria do
Departamento, o passageiro pode reclamar ao motorista, que deve pedir
que o aparelho seja desligado. Caso ele insista, o motorista poderá
procurar a autoridade policial mais próxima ou um fiscal do Detro, se
houver.
A Barcas S/A informou que também sinaliza as estações e as
embarcações, orientando o usuário a não utilizar equipamentos que
emitam som alto. Porém, os funcionários da empresa não podem obrigar
ninguém a desligar o aparelho.
Segundo o MetrôRio, o Decreto
Estadual nº 2.522/1979 prevê advertência ao passageiro que não atender à
orientação de desligar ao aparelho de som. Os clientes que se sentirem
incomodados devem procurar os agentes de segurança nas estações. Esses,
apesar de não poderem retirar o cliente do metrô, orientam o passageiro a
abaixar o volume ou usar fone de ouvidos.
No caso dos trens, a
SuperVia informou que a atitude é considerada inconveniente pelo
regulamento do transporte ferroviário, o decreto nº 1932/1996. Para
garantir o bem estar dos demais passageiros, a atitude é coibida pelos
agentes da concessionária, a quem os demais passageiros podem reclamar.
Quem insistir no comportamento inconveniente poderá ser convidado a se
retirar do trem.
Em outubro do ano passado, a concessionária iniciou uma campanha incentivando o uso do fone de ouvido. Segundo a SuperVia, a campanha foi elogiada por muitos passageiros, mas o número de reclamações não diminuiu. Cigarro e aparelhos de som: avisos lado a lado, mas apenas um deles é baseado em lei
Na
maioria dos meios transportes públicos existem avisos fixados,
geralmente no interior, sobre as proibições – como conversar com o
motorista, no caso dos ônibus; fumar e usar aparelhos sonoros.
A
proibição ao fumo se baseia na lei estadual nº 5.517/2009, que não
apenas proíbe, como prevê a retirada do usuário que insistir em fumar.
Essa atitude é de responsabilidade da empresa, que, se não cumprir a
lei, pode ser multada entre 1.548,63 e 15.486,27 UFIRs (Unidade Fiscal
de Referência).
Para Wellington do Amaral, personagem do início da matéria, entretanto, uma lei para aparelhos sonoros não será suficiente:
-
Todo mundo fica indignado quando alguém fuma no ônibus, mesmo que seja
na janela. Acho que essa mesma indignação tem que ser usada nesse caso.
Se houver uma lei que proíba, também acredito que deve haver uma
campanha de conscientização.
O avanço do vírus tipo 4 da dengue pelo Brasil é uma ameaça e, segundo as autoridades de saúde, há quase 30 anos não havia relatos de casos desse tipo no país. Esse foi um dos fatores que levaram à epidemia no Rio de Janeiro, já que a maioria dos cariocas não tem imunidade contra ele.
Segundo os médicos, o vírus tipo 4 não é mais nem menos perigoso que os mais conhecidos: os tipos 1, 2 e 3 da dengue. Não existe o risco de uma pessoa se contaminar duas vezes pelo mesmo tipo da doença, mas é possível pode ter dengue mais de uma vez, já que são quatro tipos diferentes de vírus.
De acordo com médico Luis Fernando Correia, os sintomas são sempre os mesmos: “Febre, dor de cabeça atrás dos olhos, dor no corpo - algumas vezes como se fosse dentro dos ossos - e um mal estar que acompanha as viroses, que dura em torno de três a cinco dias, ou até sete dias em alguns casos”.
A gravidade da doença também não está relacionada ao tipo de vírus e depende da maneira como o organismo do paciente reage à infecção. “É importante que a população cumpra a orientação de voltar ao posto de saúde mesmo que não tenha mudado os sintomas. Isso porque a dengue é uma doença muito dinâmica e pode evoluir em oito, doze horas”, orienta o médico.
Fernando também alerta para a falta de imunidade da população com o tipo 4 da dengue: “Todos com menos de 30 anos, com certeza, não têm imunidade e defesa contra este vírus, pois nunca tiveram contato com ele. Portanto, a doença se espalha com mais facilidade porque todos praticamente estão suscetíveis a esta doença”.
A melhor maneira de prevenção é evitar os focos do mosquito, principalmente em casa. Além do Rio de Janeiro, cinco cidades também enfrentam uma epidemias de dengue no Brasil: quatro municípios do Paraná e um da Bahia. No Recife, em Goiânia e em Cuiabá, os casos da doença estão aumentando.
O homenageado é
militante,brizolista e pedetista participando ativamente na luta do
Partido Democrático Trabalhista. O agraciado detém
todos os requisitos para merecer o Diploma Leonel Brizola,razão pela
qual é merecedor da honraria ,que contém o presente Projeto de
Resolução.
Jorge Roberto Silveira é filho do ex-governador do Rio de Janeiro, Roberto Silveira e sobrinho do também ex-governador Badger da Silveira. Foi Secretário Estadual de Esporte e Lazer, durante o primeiro governo de Leonel Brizola,e prefeito de Niterói por três mandatos (1989-1992, 1997-2001 e 2009-presente). Em sua gestão, aconteceram grandes marcos municipais, como a construção do Museu de Arte Contemporânea de Niterói (MAC), o Caminho Niemeyer, o Terminal Rodoviário João Goulart e as unidades do Médico de Família, modelo copiado em diversas cidades do mundo. Outro grande marco foi que Niterói passou a ser a melhor cidade em qualidade de vida do Estado do Rio e a 4ª do Brasil.
PROJETO DE RESOLUÇÃO Nº 452/2011, DE AUTORIA DO DEPUTADO BRUNO CORREIA, QUE CONCEDE O DIPLOMA LEONEL BRIZOLA AO EXCELENTÍSSIMO PREFEITO DO MUNICÍPIO DE NITERÓI, JORGE ROBERTO SAAD SILVEIRA. PARECER: DA COMISSÃO DE NORMAS INTERNAS E PROPOSIÇÕES EXTERNAS, FAVORÁVEL. RELATOR: DEPUTADO MARCUS VINÍCIUS.
A cidade foi contemplada com verba na ordem de R$ 25,1 milhões do convênio com o Governo Estadual. A primeira fase do projeto conta com a reurbanização da Praça da Matriz. O cronograma das obras ainda inclui a construção de calçadas,pavimentação de vias,urbanismo,iluminação,jardinagem,mobiliário urbano,quiosques de inclusão digital,quadra poliesportiva,quadro com grama sintética,playground,equipamentos para terceira idade,rampa de skate,chafariz ornamental e abrigos para pontos de ônibus.
Wallace Ferreira é militante do PDT e fiel seguidor de Leonel Brizola,participando ativamente na luta pelos trabalhadores.
PROJETO DE RESOLUÇÃONº510/2011,DE AUTORIA DO DEPUTADO BRUNO CORREIA, QUE CONCEDE O DIPLOMA LEONEL BRIZOLA AO SR. WALLACE FERREIRA. PARECER: DA COMISSÃO DE NORMAS INTERNAS E PROPOSIÇÕES EXTERNAS, FAVORÁVEL. RELATOR: DEPUTADO ÉDINO FONSECA.
O sal marinho vem ganhando popularidade e enchendo as prateleiras de supermercados. Isso se deve em parte pelos consumidores terem percebido que os cristais do sal marinho contêm menos sódio do que o sal refinado.
Tecnicamente isso é verdade, mas também não é o caso de entupir sua comida de sal só porque você está usando sal marinho. Apesar de algumas criativas campanhas de marketing, menor teor de sódio nesse caso significa praticamente nada já que a diferença entre a quantidade de sódio encontrada no sal refinado de mesa e o sal marinho é menor do que 2%. Isso não quer dizer, no entanto, que o sal marinho não é mais saudável do que o sal de mesa ou que ele não ajuda a pessoa a reduzir seu consumo de sódio.
Realmente, o sal (marinho ou de outra forma) é uma especial de metal tóxico. Trata-se de uma combinação do sódio metálico de fácil combustão (Na) e o venenoso gás cloro (Cl) – famoso em piscinas. Quando os dois elementos são combinados, temos o sal (NaCl), que é composto por 40% de sódio e 60% de cloro.
O sódio é usado tanto como um eletrólito como um mineral. Ele é necessário para o transporte de oxigênio, nutrientes e impulsos nervosos ao longo do corpo. Ele também desempenha um papel importante nos movimentos musculares, e por isso não há coração que bata sem ele. O cloro, por outro lado, é necessário para a nossa respiração e digestão.
Nós não sobreviveríamos sem esses elementos, mas aqueles que consomem altos níveis de sódio são mais propensos a desenvolver doenças cardiovasculares e renais e frequentemente têm pressão arterial alta. Portanto, não é à toa que o sal de mesa tenha ganho uma má reputação – e essa é a fonte de sódio da grande maioria das pessoas (embora o mineral apareça com freqüência também nas comidas processadas).
O sal de mesa vem principalmente de minas subterrâneas. Normalmente ele consiste de 99 a 99,9% de NaCl, o que significa dizer que tem aproximadamente 40% de sódio puro. O 0,1 ou 0,01% do restante encontrado no sal inclui:
- iodeto de potássio: ajuda a prevenir doenças que resultam da deficiência de iodo, como as doenças da tireóide. Quando esse elemento é adicionado ao sal de cozinha, ele se torna o sal iodado.
- dextrose: atua como um estabilizador para o iodeto de potássio.
- açúcar: fornece doçura.
- ferrocianeto de sódio: atua como um agente antiaglomerante, evitando que o sal empedre.
- ferrocianeto férrico: também age como um agente antiaglomerante.
Você sabia?
Sal, ou cloreto de sódio, é parte da única família de rochas que os seres humanos podem consumir. Outros membros incluem o cloreto de potássio (encontrado em vegetais e produtos lácteos) e o cloreto de magnésio, comumente encontrado em muitas frutas e peixes. Em comparação, o sal marinho não é muito melhor para nós, pelo menos não em termos de teor de sódio. Como o nome já diz, o sal marinho é obtido das águas do oceano e seus cristais são grandes, grossos e não refinados. Normalmente ele é feito de 98 a 99% de cloreto de sódio o que significa dizer que tem aproximadamente 39% de sódio. Ele também tem alguns poucos aditivos a mais do que a versão de cozinha, mas como o sal marinho é todo natural, esses “extras”são minerais que podem ser absorvidos pelo oceano como o magnésio, enxofre ou iodo, ou seja, não são aditivos químicos ou processados.
Muitas pessoas acreditam que os minerais naturais do sal realçam o sabor e fazem muito bem à saúde, o que é uma das razões da popularidade desse condimento. No entanto, como dissemos anteriormente, o que faz com que o sal marinho venda cada vez mais é o fato de que ele contém menos sódio do que o sal de cozinha. Apesar de já sabermos que a diferença entre a quantidade de sódio entre um e outro é bem pequena, substituir o sal de cozinha pelo sal marinho podem baixar a sua pressão arterial. Os cristais não refinados do sal marinho são maiores e mais saborosos do que o sal de mesa – portanto você pode usar quantidades muito menores dele para obter o mesmo gosto.
O homenageado é militante,brizolista e pedetista participando ativamente da luta do Partido Democrático Trabalhista,além de ser vereador do município de São José do Vale do Rio Preto.
No dia 1 de abril de 2012, completou 1 ano e 5 meses que Unidade Infantil Municipal Abílio de Carvalho (UIMAC), foi fechada pela Prefeitura Municipal de São João de Meriti. A Unidade que recebia verba do SUS era referência para atendimento infantil na Baixada Fluminense, atendendo em média cem crianças por dia.
O presidente da comissão de Saúde, deputado Bruno Correia, encaminhou ofício para a Secretaria Municipal de Saúde de São João de Meriti, em julho de 2011 pedindo a reabertura da Unidade, mas passados 8 meses não obteve nenhuma resposta.
Em 10 de abril de 2012, o deputado deu entrada na Mesa Diretora da Alerj, no Requerimento de Informações nº98/2012:
A Prefeitura encerrou as atividades do UIMAC, sem avisar e sem dar maiores explicações à população. Na época o prefeito Sandro Matos usou como justificativa o fato de 70% da demanda da Unidade ser de cariocas, principalmente do bairro Pavuna, que faz divisa com São João de Meriti. Como a Unidade recebia verba do SUS, ela tinha o dever de atender pacientes de qualquer município, pois o Sistema Único de Saúde (SUS) é um dos maiores sistemas públicos de saúde do mundo. Ele abrange desde o simples atendimento ambulatorial até o transplante de órgãos, garantindo acesso integral, universal e gratuito para toda a população do país.
Com o fechamento da Abílio de Carvalho a demanda foi transferida para a Unidade de Pronto-Atendimento do bairro Iris(UPA). A UPA do Iris não tem como dar conta do aumento de serviço e não possui internação. De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente, menores de idade tem que ter atendimento diferenciado de saúde, o que não ocorre nessa unidade.
...essa é uma das obras que a prefeitura de São João de Meriti vai entregar para a população:
O deputado Bruno Correia, presidente da Comissão de Saúde da Alerj e membro da Comissão de Política Urbana, Habitação e Assuntos Fundiários, recebeu diversas reclamações sobre a execução das obras no município de São João de Meriti.
Durante uma audiência pública da Comissão de Política Urbana, Habitação e Assuntos Fundiários, realizada em junho de 2011,o deputado, solicitou mais transparência e um acompanhamento no cronograma físico e financeiro nas obras do “Programa Somando Forças” no município de São João de Meriti por suspeita de irregularidades na execução das obras. O Governo do Estado é responsável por 95% da verba do programa e o município arca com os outros 5%.
Na ocasião o deputado enviou um ofício para a prefeitura, a fim de obter informações sobre o andamento das obras. Dez meses se passaram e o ofício não foi respondido. Em 10 de abril de 2012, o deputado deu entrada na Mesa Diretora da Alerj, no Requerimento de Informações nº97/2012.
Confira abaixo todas as melhorias contidas no Programa:
O deputado Bruno Correia,presidente da Comissão de Saúde da ALERJ,visitou o município de São Pedro da Aldeia no dia 12/05 ,para entrega do Diploma Leonel Brizola ao Sr. Rui Pinheiro,membro da comissão próvisória do PDT. Durante o evento, o secretário-geral do partido,Carlos Correia,ressaltou a importância da unidade dentro do partido e na frente coligada.
Aproveitando a oportunidade, o deputado Bruno Correia, entregou as Emendas direcionadas ao município, para o pré-candidato Chumbinho(PDT).
Noel de Oliveira,foi prefeito de Resende, no sul do estado do Rio de Janeiro, entre 1983 e 1988, duas vezes vereador (1955-1962), deputado estadual (1977-1979) e deputado federal (1995-1999). Atualmente,está filiado ao PDT e é vice-prefeito de Resende.
PROJETO DE RESOLUÇÃO Nº 438/2011 DE AUTORIA DO DEPUTADO BRUNO CORREIA QUE CONCEDE O DIPLOMA LEONEL BRIZOLA AO EXCELENTÍSSIMO VICE-PREFEITO DE RESENDE,O SR. NOEL DE OLIVEIRA. PARECER: DA COMISSÃO DE NORMAS INTERNAS E PROPOSIÇÕES EXTERNAS,FAVORÁVEL. RELATOR: DEPUTADO BERNARDO ROSSI