quinta-feira, 15 de março de 2012

Bronquite Aguda

                                                                                       Foto: Divulgação


O que é?

É uma inflamação da árvore brônquica, geralmente associada com uma infecção respiratória generalizada. A árvore brônquica é composta por tubos (brônquios) que carregam o ar para dentro dos pulmões. Quando esses tubos estão com alguma infecção ficam edemaciados (inchados) e produzem muco (catarro) espesso. Isto pode tornar a respiração difícil.
A bronquite aguda é uma doença respiratória aguda, com tosse intensa e prolongada, que persiste por mais tempo após o desaparecimento dos outros sintomas respiratórios. A doença pode tornar a árvore brônquica mais sensível ao ar frio e a poluentes como a fumaça do cigarro, fazendo com que o indivíduo tenha tosse intensa quando se defronta com tais situações.

Como se adquire?

Esta é uma doença que ocorre mais comumente durante os meses de inverno. Ela é quase sempre causada por viroses que atacam a mucosa (camada interna) dos brônquios, causando a infecção. Na maioria das vezes, as mesmas viroses que causam resfriados, causam a bronquite aguda.
Dentre os vírus respiratórios que podem estar envolvidos, podemos citar os
 

adenovírus
vírus influenza
coronavírus
rinovírus

Dentre as bactérias que podem causar uma bronquite aguda estão a
 

Chlamydia pneumoniae
Bordetella pertussis
Mycoplasma pneumoniae

Por vezes, bactérias como o Hemophilus influenzae e o Pneumococo podem também invadir, secundariamente, a árvore brônquica numa bronquite aguda. Fungos raramente são os causadores de tal doença.
As viroses que causam bronquite aguda espalham-se pelo ar. Se o indivíduo sadio respirar o ar contaminado por vírus deixado pela tosse de um doente, poderá adquirir a doença. Isso também poderá acontecer se tocarmos com a mão numa superfície contaminada por vírus e, após, a levarmos até o nariz ou a boca. A superfície contaminada pode ser a mão de um indivíduo doente ou um objeto tocado por ele.

O que se sente?

A manifestação mais proeminente da bronquite aguda é a tosse. Às vezes, ela pode durar várias semanas ou meses. Isto ocorre quando a mucosa da árvore brônquica demora a se recuperar. Entretanto, a tosse que não vai embora pode ser o sinal de um outro problema – asma ou pneumonia, por exemplo. Nestas situações, a consulta com um médico torna-se imperiosa.
Na bronquite aguda, a tosse costuma ser não-produtiva (seca) no início. Mas, depois, torna-se produtiva – com escarro denso como uma goma. Mais adiante, no curso da doença, o escarro pode ficar purulento – amarelado ou esverdeado.
Além da tosse, o indivíduo afetado poderá ter dor torácica ou desconforto junto ao osso do peito ao tossir ou respirar. Também poderá ou não apresentar febre durante.

Como o médico faz o diagnóstico?

Examinando o paciente, o médico poderá notar roncos e outras alterações na ausculta do tórax com o estetoscópio (aparelho para ouvir os murmúrios respiratórios dos pulmões). Essas alterações são compatíveis com pneumonia.
No entanto, o médico poderá solicitar uma radiografia do tórax e, ao notar que não aparece opacidade nos pulmões, concluirá que não se trata de uma pneumonia. Portanto, o diagnóstico é feito baseado nos achados do paciente e a radiografia de tórax serve para afastar a possibilidade de uma pneumonia.
Para a identificação do germe envolvido na bronquite aguda, em alguns casos, o médico solicitará o exame do escarro que poderá ser importante para o sucesso no tratamento.
Além disso, existem outros exames que auxiliam os médicos a identificar a presença de vírus no sangue da pessoa doente.

Como se trata?

A maioria dos casos de bronquite aguda resolve-se por si própria no decorrer de poucos dias ou numa semana. Sendo uma doença causada geralmente por vírus, antibióticos (medicamentos que combatem bactérias) normalmente não ajudam. Eles também não aliviam a tosse, nem encurtam o tempo da doença – salvo, é claro, nos casos onde há uma bactéria envolvida.
Na maioria das vezes, devem ser adotadas apenas medidas para o alívio da tosse. Para isso, podem ser utilizados mucolíticos que são medicamentos que facilitam a expectoração do muco produzido pela doença. Esses mucolíticos podem ser utilizados através de xaropes, comprimidos (efervescentes ou não), pó dissolvido em água ou soluções para colocar em nebulizadores.
Caso o resultado do exame do escarro seja sugestivo de infecção secundária por bactérias, o médico deverá instituir o uso de antibióticos direcionados contra o Pneumococo e o Hemophilus influenzae.
Também é importante lembrar que a cessação do fumo torna a cura mais rápida.
Ainda em relação ao tratamento, o uso de broncodilatadores (os mesmos usados em casos de asma) através de nebulizadores pode ser útil no alívio do desconforto respiratório que eventualmente surja no curso da enfermidade.
Sedativos da tosse poderão ser utilizados se o médico que assiste o paciente julgar conveniente. A pessoa nunca deve se automedicar, pois correrá o risco de agravar sua situação clínica.

Como se previne?

A cessação do fumo é importante, pois ele torna a mucosa dos brônquios mais suscetível à ação danosa dos vírus.
Lavar as mãos freqüentemente também ajuda na prevenção, já que a contaminação pode ocorrer através do contato entre as pessoas. Tapar a boca e o nariz ao tossir ou espirrar também são medidas simples para diminuir o contágio por vírus entre as pessoas.

Fonte: http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?458

terça-feira, 13 de março de 2012

Lei do Deputado Bruno Correia no Jornal Hoje da TV Globo

Assista a matéria: http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2012/03/embalagens-de-sal-vendidas-no-rio-de-janeiro-terao-uma-advertencia.html


Embalagens de sal vendidas no Rio de Janeiro terão uma advertência

As advertência será parecida com a dos maços de cigarro. Uma lei estadual obriga fabricantes e distribuidores do produto a alertar que o consumo exagerado de sal pode prejudicar a saúde.

Tatiana Nascimento Rio de Janeiro, RJ


Cinco gramas é a quantidade de sal que os nutricionistas recomendam por dia. Mais ou menos uma colher de cafezinho.
Nessa quantidade já deve estar incluído o tempero presente nos alimentos, principalmente nos industrializados, que costumam ser salgados demais. Diminuindo o sal você ganha saúde.
A pessoa que consome muito sal tem mais sede e por isso bebe mais água. O excesso de sal dificulta a eliminação do líquido pelo organismo, os rins ficam sobrecarregados, a pressão nos vasos sanguíneos aumenta e o coração é obrigado a trabalhar mais.


Segundo a nutricionista Bia Rique, o excesso de sal no organismo provoca inchaço. “Nada adianta a pessoa fazer um esforço para beber muita água e ficar comendo o dia inteiro alimentos ricos em sal, porque o sal puxa o líquido para os tecidos e vai viver reclamando que está inchada".
Nos rótulos dos produtos, o sal aparece como sódio. Vinte azeitonas ou duas colheres e meia de sopa de molho de soja já tem a quantidade de sal que deveríamos comer o dia inteiro. Quatro colheres de sopa de queijo parmesão têm metade da quantidade recomendada de sódio.
saiba mais
“A pessoa pode cozinhar praticamente sem sal e usar temperos frescos que compra na feira. Alho, cebola, cheiro verde, salsinha, manjericão compensam a falta de sal que a pessoa vai sentir no paladar”, diz a nutricionista.
Os fabricantes e distribuidores do Rio de Janeiro têm seis meses para incluir o alerta sobre o consumo exagerado de sal nas embalagens.

Fonte: www.globo.com/jornalhoje

Lei do Deputado Bruno Correia no Jornal da Globo News

segunda-feira, 12 de março de 2012

Indicação Legislativa - Solicita Ao Secretário de Saúde do Estado do Rio de Janeiro,Instalação de Unidade de Pronto Atendimento (UPA) 24 Horas,No Município de São João de Meriti


Osteoporose

O que é osteoporose?

Osteoporose é a doença óssea metabólica mais freqüente, sendo a fratura a sua manifestação clínica. É definida patologicamente como "diminuição absoluta da quantidade de osso e desestruturação da sua microarquitetura levando a um estado de fragilidade em que podem ocorrer fraturas após traumas mínimos". É considerada um grave problema de saúde pública, sendo uma das mais importantes doenças associadas com o envelhecimento.

A fratura de femur é a consequência mais dramática da osteoporose. Cerca de 15% a 20% dos pacientes com fratura de quadril morrem devido à fratura ou suas complicações durante a cirurgia, ou mais tarde por embolia ou problemas cardiopulmonares em um período de 3 meses e 1/3 do total de fraturados morrerão em 6 meses. Os restantes, em sua maioria, ficam com graus variáveis de incapacidade.
Em aproximadamente 20% dos casos pode ser identificada uma doença da qual a osteoporose é secundária e nos 80% restantes os pacientes são portadores de osteoporose da pós-menopausa ou osteoporose senil.

Como se desenvolve a osteoporose?

O remodelamento ósseo é um processo contínuo de retirada de osso para o sangue e formação de osso novo, ocupando 20 a 30% do esqueleto a cada momento. Através do remodelamento, o tecido ósseo substitui células velhas por novas (o que ocorre em todos tecidos) e o organismo pode dispor de elementos importantes que são armazenados nos ossos, como o cálcio.

Os osteoclastos são as células responsáveis pela reabsorção durante o remodelamento.
osteoporose 1No início de cada ciclo de remodelamento os osteoclastos escavam o osso, formando lacunas na sua superfície e cavidades no seu interior. Após cerca de duas semanas os osteoclastos são deslocados pelos osteoblastos que em um período aproximado de três meses preenchem a área absorvida com osso novo.

Até aproximadamente 30 anos de idade a quantidade de osso reabsorvido e reposto é igual. A partir daí, inicia-se um lento balanço negativo que vai provocar, ao final de cada ativação das unidades de remodelamento, discreta perda de massa óssea. Inicia-se, portanto, um lento processo de perda de massa óssea relacionada com a idade - osteoporose senil - no qual, ao longo de suas vidas, as mulheres perderão cerca de 35% de osso cortical (fêmur, por exemplo) e 50% de osso trabecular (vértebras), enquanto os homens perderão 2/3 desta quantidade.
osteoporose 2Além desta fase lenta de perda de massa óssea, as mulheres têm um período transitório de perda rápida de osso no qual a queda de estrógenos circulantes, que ocorre desde a pré-menopausa, desempenha papel importante. O período transitório de perda rápida pode se manter por 4 a 8 anos, nos quais a perda óssea chega até a 2% ao ano. O osso trabecular é metabolicamente mais ativo e mais responsivo às alterações do funcionamento do organismo o que pode explicar porque, neste tipo de osso, a perda óssea inicia-se, em ambos sexos, na terceira década e a massa total de osso declina 6 a 8% a cada 10 anos. Também a resposta à queda estrogênica é mais intensa, havendo grande aceleração do remodelamento ósseo e perda de 5 a 10% de massa óssea ao ano em 40% das mulheres - osteoporose da pós-menopausa.

Observam-se, portanto, dois padrões distintos de alterações no funcionamento das unidades de remodelamento que levarão à osteoporose. Um é lento e dependente da idade - osteoporose senil - e relacionado com defeito na formação óssea; os osteoclastos produzem lacunas de profundidade normal ou até menores, mas os osteoblastos são incapazes de preenchê-las completamente.
Já as modificações que ocorrem com a queda de estrógenos levam a um remodelamento onde há maior número de osteoclastos e cada um produz uma cavidade mais profunda; também há aumento da atividade dos osteoblastos que tentam corrigir o defeito mas não conseguem, caracterizando o remodelamento acelerado onde a atividade de reabsorção é maior e, no final de cada ciclo, haverá um declínio significativo de massa óssea - osteoporose da pós-menopausa.

Fatores de risco para osteoporose

A massa óssea do adulto - pico de massa óssea - reflete o acúmulo de tecido ósseo ocorrido durante o crescimento. Parece chegar ao limite máximo ao redor dos 17 anos de idade, podendo estender-se até ao redor dos 30 anos.
Predispõem à osteoporose fatores que induzem a um baixo pico de massa óssea e aqueles que são responsáveis por perda excessiva ou baixa produção.
Genéticos
Raça branca ou asiática
História familiar
Baixa estatura
Massa muscular pouco desenvolvida
Estilo de vida
Baixa ingesta de cálcio
Sedentarismo
Exercício excessivo levando a amenorréia (ausência de menstruação)
Pouca exposição solar
Nuliparidade
Tabagismo (*)
Alcoolismo (*)
Dieta vegetariana (*)
Alta ingesta de proteínas permanentemente (*)
Alta ingesta de cafeína permanentemente (*)
(*) Associado com os outros fatores
Ginecológicos
Menopausa precoce sem reposição hormonal
Primeira menstruação tardia
Retirada cirúrgica de ovários sem reposição hormonal
Ligadura das trompas (+)
Retirada cirúrgica parcial do útero (+)
(+) Risco de diminuição da função ovariana por insuficiência vascular.
Manifestações clínicas

Os sintomas são secundários às fraturas. Quando ocorre nas vértebras, a dor pode ser de dois tipos. Uma é aguda, localizada, intensa, mantendo a paciente imobilizada e relacionada com fratura em andamento. Em situações de dor aguda, inicialmente ela pode ser mal localizada, espasmódica e com irradiação anterior ou para bacia e membros inferiores. A fratura vertebral pode ainda não ser observável com precisão em exame radiológico, dificultando o diagnóstico. A paciente se mantém em repouso absoluto nos primeiros dias. Mesmo sem tratamento, a dor diminue lentamente e desaparece após duas a seis semanas, dependendo da gravidade da fratura. Quando a deformidade vertebral residual é grave, pode permanecer sintomatologia dolorosa de intensidade variável ou esta aparecer tardiamente.

Também ocorrendo com freqüência, a dor pode ser de longa duração e localizada mais difusamente. Nestes casos, ocorreram microfraturas que levam a deformidades vertebrais e anormalidades posturais e conseqüentes complicações degenerativas em articulações e sobrecarga em músculos, tendões e ligamentos.

Nova fratura vertebral é comum, repetindo-se o quadro clínico. Nas pacientes com dor persistente, esta se localiza em região dorsal baixa e/ou lombar e, freqüentemente, também referida a nádegas e coxas. Nesta etapa da evolução da doença as pacientes já terão sua altura diminuida em alguns centímetros às custas das compressões dos corpos vertebrais e do achatamento das vértebras dorsais.

O dorso curvo (cifose dorsal) é característico e escoliose (curvatura lateral) lombar e dorsal aparecem com grande freqüência. Com a progressão da cifose dorsal há projeção para baixo das costelas e conseqüente aproximação à bacia, provocando dor local que pode ser bastante incômoda. Nos casos mais avançados, a inclinação anterior da bacia leva a alongamento exagerado da musculatura posterior de membros inferiores e contratura em flexão dos quadris e consequentes distúrbios para caminhar, dor articular e em partes moles. Compressão de raíz nervosa é muito rara.

Fonte: http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?312&-osteoporose

sexta-feira, 9 de março de 2012

Jornal "O Fluminense" - 09/03/2012 / Jornal "O Fluminense" 08/03/2012


                                                                                                    09/03/2012



                                                                           
                                                                                                08/03/2012

quinta-feira, 8 de março de 2012

A Todas as Mulheres,
Desejo um Feliz Dia Internacional da Mulher!!!



Em primeiro lugar, parabéns! Afinal hoje é o Dia Internacional da Mulher, quando as pessoas mais distraídas e desatentas são obrigadas a reconhecer quanto tempo a humanidade perdeu em excluir as mulheres dos foros de decisão social e política.
É claro que muitas mulheres lutaram para que este avanço ocorresse e há célebres exemplos históricos. Entretanto, neste dia especial quero me referir especialmente a você, em quem reconheço esta fibra capaz de desestruturar padrões anacrônicos com o propósito de estabelecer parâmetros sociais mais justos, e igualdade de condições como trabalhadora e cidadã.
Se todas as mulheres fossem iguais a você, tenho certeza de que estas mudanças (que ainda não se completaram) teriam ocorrido de uma maneira muito mais rápida e, hoje, viveríamos num mundo mais justo e equilibrado, onde esta data já não faria sentido, visto que as mulheres devem ser homenageadas todos os dias, em manifestações de respeito, reconhecimento, agradecimento e - por que não? - carinho.
Por ver em você um grande exemplo de mulher, em perceber em você a garra necessária para que possamos, juntos, transformar a nossa sociedade em algo mais justo e belo, é que escrevo-lhe esta cartinha e desejo-lhe o melhor possível, não apenas hoje, mas sempre!

quarta-feira, 7 de março de 2012

Gabinete Itinerante - Duque de Caxias

Nosso Gabinete Itinerante, esteve em Duque de Caxias na Praça do Pacificador. Mais uma vez nossa equipe atendeu a população e prestou contas do mandato parlamentar do deputado Bruno Correia.








Carlos Correia(Vice-Prefeito de São João de Meriti), Vereador Mazinho de Caxias e o Deputado Bruno Correia




Não se esqueça, nosso Gabinete está de portas abertas para atender a população.

Embalagens de Sal Alertarão Para Risco de Consumo Excessivo


Texto: Comunicação/Alerj

Agora é lei: Fabricantes e distribuidores de sal de cozinha no estado do Rio deverão incluir alerta sobre consumo excessivo do produto em suas embalagens. É o que preconiza a lei 6.173/12, promulgada pelo presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), deputado Paulo Melo (PMDB), e publicada no Diário Oficial do Legislativo desta quarta-feira (07/03). A norma foi garantida em votação na última quinta-feira (01/03), quando foi derrubado o veto do governador Sérgio Cabral ao projeto de lei 815/11, que cria a obrigação. O projeto foi revalidado por unanimidade.
A partir da publicação, os fabricantes e distribuidores terão o prazo de 180 dias para se adaptarem, incluindo nas embalagens, em letras vermelhas, a frase “O consumo exagerado deste produto pode causar malefícios à sua saúde”. Para o autor da proposta, deputado Bruno Correia (PDT), presidente da Comissão de Saúde da Alerj, o alerta poderá inibir o consumo crescente de sal e evitar os problemas que ele acarreta. “A restrição do consumo de sódio diminui a pressão arterial, reduzindo a incidência de doenças causadas por sua elevação. Precisamos garantir que a população seja alertada para os riscos oferecidos”, defende.

Fonte: http://www.alerj.rj.gov.br/

Nota Oficial da Alerj sobre o AUMENTO DAS BARCAS

Fonte: http://www.alerj.rj.gov.br/common/noticia_corpo.asp?num=41776
 
DEPUTADOS NÃO VOTARAM AUMENTO DE BARCAS (NOTA OFICIAL)


NOTA OFICIAL  – ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
DEPUTADOS NÃO VOTARAM AUMENTO DE BARCAS, MAS SUBSÍDIO PARA BAIXAR VALOR DE PASSAGEM.

Devido a seguidos equívocos, a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) esclarece que os deputados não votaram qualquer aumento de tarifa de transporte aquaviário – barcas. A Constituição Federal, inclusive, veda ao Parlamento a possibilidade de qualquer regulação tarifária. O que os deputados do Estado do Rio de Janeiro votaram no dia 19 de dezembro de 2011 foi o projeto de lei 1.145/11, de autoria do Poder Executivo, que institui uma nova estrutura tarifária para o estado, incluindo o subsídio por parte do Governo estadual, com o objetivo de tornar as passagens mais baratas para a população.

Deputado Bruno Correia reúne-se com moradores de Itaipuaçu

Fonte: http://www.itaipuacusite.com.br/2012/03/deputado-bruno-correia-reune-se-com.html
Maricá, 7/3/2011 - Nesta segunda-feira (5), por volta das 16h30, o Deputado Bruno Correia (PDT), atual presidente da Comissão de Saúde da Alerj, esteve em Itaipuaçu, distrito de Maricá, a convite do líder comunitário Eduardo Carvalho para esclarecer à população as dúvidas em relação à UPA que está sendo instalada em Inoã.


O Deputado Bruno Correia chega em Itaipuaçu para reunião com moradores

Cerca de 30 moradores estiveram presentes, inclusive algumas personalidades do mundo político da região, pré-candidatos à câmara legislativa e ao executivo, entre eles Marcelo Delaroli do grupo 'Movimento Estamos Juntos', numa residência do bairro Jardim Atlântico, em Itaipuaçu, para ouvir o Deputado Bruno Correia.

Bruno Correia fala aos moradores
A reunião começou às 17h, com o deputado, ao lado de Eduardo Carvalho, desenhando um panorama do funcionamento dessas unidades de saúde no Estado do Rio de Janeiro. Depois, narrou como conheceu Eduardo Carvalho que, através do Deputado Pedro Fernandes, amigo pessoal do líder comunitário, levou até o seu Gabinete um pedido da população, através de um abaixo-assinado, para a instalação urgente de uma UPA no município de Maricá. Constatando tal necessidade, após rápida pesquisa de sua assessoria sobre a situação da saúde no município, o Deputado, então, solicitou ao secretário de Saúde Sérgio Côrtes a construção imediata de uma UPA em Maricá. O pedido foi aceito pelo secretário que encaminhou o ofício ao Governador Sérgio Cabral que, imediatamente, sancionou o projeto. Todavia, no terreno ao qual a nova UPA seria construída, existia um pequeno imbróglio na documentação e dependia-se da ação do prefeito para a sua regularização. Por outro lado, sua assistente parlamentar Fabiane Gil, em contato com o gabinete do prefeito, deixou esclarecido que, caso o prefeito não resolvesse a questão, o Estado estaria preparado para conseguir um outro terreno em qualquer outro local no município para levar adiante o projeto. Ciente dessa opção, o prefeito, rapidamente, tratou de desfazer o imbróglio e deu-se início às obras.
Moradores atentos à fala do Deputado

No decorrer de sua explanação aos moradores, Bruno Correia conscientizou os presentes de que agora é o momento da população participar mais ativamente e cobrar da prefeitura a conclusão e o perfeito funcionamento da UPA, pois o prazo estabelecido para sua inauguração está previsto para o mês de abril.

Alguns moradores aproveitaram a ocasião para fazer várias perguntas ao deputado sobre muitas dúvidas em relação à Saúde. O deputado esclareceu que existe na Alerj um telefone grátis para atender às denúncias e reclamações de qualquer cidadão sem que o mesmo necessite identificar-se: o "Alô Alerj", cujo número é 0800220008.

Marcelo Delaroli participou da reunião
Outra questão importante levantada na reunião foi com relação ao saneamento, inexistente na região. Segundo Eduardo Carvalho o Prefeito Washington Quaquá é o principal causador do tamanho descaso sofrido pela população:
"O município não é pobre. Aqui já deveria ter sido iniciado obras de saneamento. Quaquá está fazendo propaganda na televisão dizendo que ficou três anos só pagando dívida. É mentira! Estão escondendo a verdade do público!", exclamou. O Deputado, então, fez uma ampla explanação sobre o assunto e salientou que, em Maricá, o que está acontecendo é que falta ao prefeito competência técnica.
Deputado, na foto, com moradores
"Ora, se a presidente da república é do mesmo partido do prefeito e com tantos projetos PAC sendo oferecidos pelo governo federal e o prefeito não pediu um PAC saneamento para o seu município é sinal que falta competência técnica no seu modo de administrar", concluiu.

O Deputado encerrou a reunião enfatizando que a população deve acreditar sempre e formalizar as denúncias, pois "ficar reclamando no portão não adianta nada". Aproveitou para parabenizar a todos os presentes por estarem ali em plena segunda-feira, naquele horário, debatendo os problemas da região.
"Obrigado por vocês me ensinarem mais um pouquinho sobre a sua região", agradeceu.
A Eduardo Carvalho, Bruno Correia agradeceu e sublinhou a sua luta para trazer melhorias e bem estar à comunidade da sua cidade:
"Quero agradecer ao Eduardo, pois eu sei o quanto, hoje em dia, é difícil viver de política. Aproveito para me colocar à disposição. Eu quero fazer uma Audiência Pública aqui em Maricá, mas pena que o governo daqui é muito desorganizado', finalizou.

Eduardo Carvalho e o Deputado Bruno Correia

Projeto de Resolução - Dispõe Sobre a Criação do Serviço Disque Denúncia Imóveis,Obras e Reformas



sexta-feira, 2 de março de 2012

TV ALERJ - Debate Sobre a Dengue

                                                                              Parte 1


                                                                              Parte 2

O município do Rio concentra o maior número de casos da dengue tipo 4 segundo um levantamento feito pelo Ministério da Saúde. As áreas mais afetadas são a Zona Oeste, a região Metropolitana e a Baixada Fluminense. A Alerj cobra um plano de combate elaborado pela secretaria estadual de Saúde para evitar uma epidemia. Veja na entrevista com o deputado Bruno Correia e o superintendente de vigilância epidemiológica e ambiental Alexandre Chieppe.

Data: Dia 29/02

Texto: Tv Alerj

quinta-feira, 1 de março de 2012

AGORA É LEI - Projeto do Deputado Bruno Correia é Aprovado Pela Alerj e se Torna a Mais Nova Lei do Estado



A Alerj, derrubou nesta quinta-feira(01/03/2012), com 49 votos a favor e 0(zero) contra, o veto do Governo do Estado, referente ao Projeto de Lei Nº 815/2011 do deputado Bruno Correia(PDT), que dispõe sobre o uso excessivo do sal de cozinha e obriga os fabricantes e distribuidores de sal do Estado do Rio de Janeiro, a colocarem nas embalagens dos produtos a seguinte advertência:

O consumo exagerado deste produto pode causar malefícios à sua saúde”

Após a publicação da lei no Diário Oficial, os fabricantes e distribuidores, terão 180 dias para se adequarem a nova norma.

Confira o Projeto:
            EMENTA:
DISPÕE SOBRE ADVERTÊNCIA QUANTO AO USO EXCESSIVO DO SAL DE COZINHA.
Autor(es): Deputado BRUNO CORREIA


A ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
RESOLVE:
Art. - Os fabricantes e os distribuidores de sal de cozinha, (cloreto de sódio), estabelecidos no Estado do Rio de Janeiro, deverão fazer constar no invólucro do produto a seguinte advertência:

o consumo exagerado deste produto pode causar malefícios à sua saúde”

Art. - A advertência a que se refere o artigo anterior deverá ser grafada na cor vermelha, sobre fundo prata ou branco, em destaque no próprio rotulo.

Art. - Os fabricantes e os distribuidores de sal de cozinha terão o prazo improrrogável de 180 (cento e oitenta) dias para se adaptarem aos parâmetros desta lei.

Art. - A não observância desta norma implicará ao infrator as sanções da legislação em vigor.

Art. - Esta lei entra em vigor no prazo de 180 (cento e oitenta) dias, contados de sua publicação.
Plenário Barbosa Lima Sobrinho, 06 de Setembro de 2011.


Bruno Correia
Deputado Estadual - PDT

JUSTIFICATIVA
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), um adulto deve consumir por dia no máximo 06 (seis) gramas de sal de cozinha, o que equivale a uma colher de chá ou 2,4 gramas de sódio. Mas pesquisas revelaram que o brasileiro vai bem além disso: consumindo cerca de 13 (treze) gramas diariamente.
Com efeito, o consumo excessivo do sódio faz com que ocorra a liberação de alguns hormônios, que causam a retenção de líquidos, aumentando a pressão sanguínea o que é ruim para o organismo por sobrecarregar coração principalmente para quem já possui hipertensão arterial.
Já a restrição do consumo de sódio diminui a pressão arterial, e segundo alguns estudos reduz a mortalidade por doenças como acidente vascular encefálico e na regressão da hipertrofia ventricular esquerda. A restrição do consumo de sódio pode ainda reduzir a excreção de cálcio pela urina, contribuindo para a prevenção da osteoporose em mulheres idosas.
Isso posto, o projeto de lei se faz necessário por tratar de matéria de alta relevância para a saúde pública, precipuamente, por ser dever do Estado à luz do que preceitua o art. 24, XII, da Constituição Federal, legislar sobre tal matéria, salientando, inclusive, que leis de mesma natureza foram objeto de proposição nos Estados de São Paulo e Minas Gerais.
Razão pela qual, espero o apoio dos nobres parlamentares desta Casa Legislativa à aprovação deste projeto de lei.

Indicação Legislativa - Solicita a Construção de Salas de Aula e Quadra de Esporte Na Escola Estadual "Praça da Bandeira",No Município de São João de Meriti



Labirintite

                                                                                           Foto: Divulgação

O que é?

Tontura é o termo que representa genericamente todas as manifestações de desequilíbrio.
As tonturas estão entre os sintomas mais freqüentes em todo o mundo e são de origem labiríntica em 85% dos casos. Mais raramente, as tonturas podem ser de origem visual, neurológica ou psíquica.
Vertigem é um tipo particular de tontura, caracterizando-se por um sensação de rotação.
Labirintite é uma enfermidade de rara ocorrência, caracterizada por uma infecção ou inflamação no labirinto. O termo é utilizado de forma equivocada para designar todas as doenças do labirinto.
Existem dezenas de doenças e/ou distúrbios labirínticos e cada uma delas tem características próprias que exigem formas especiais de tratamento.

Como é?

A maioria das pessoas usa a palavra tontura para descrever a sua perturbação do equilíbrio corporal. Outras descrevem essa perturbação como atordoamento, sensação de “cabeça leve”, entontecimento, estonteamento, impressão de queda, instabilidade, sensação de flutuação, de estar caminhando em cima de um colchão, tonteira ou, ainda, zonzeira.
A vertigem é o tipo mais freqüente de tontura. O paciente sente-se girando no meio ambiente ou o ambiente gira a sua volta.
As crises mais fortes de tontura podem ser acompanhadas de náuses, vômitos, suor, palidez e sensação de desmaio.
Muitos pacientes com tontura também podem referir outros sintomas como ruídos no ouvido ou na cabeça (zumbido, zoada, tinido, tinitus), diminuição da audição, dificuldade para entender, desconforto a sons mais intensos, perda de memória, dificuldade de concentração, fadiga física e mental. Isso é devido às interrelações entre o sistema do equilíbrio com a audição e outras funções do sistema nervoso central.


As causas

O desequilíbrio corporal pode ocorrer por apresentar alterações funcionais originadas nas diversas estruturas do sistema vestibular (vestibulopatias primárias) ou determinadas por problemas clínicos à distância em outros órgãos ou sistemas, que podem afetá-lo de diferentes maneiras (vestibulopatias secundárias).

 
Como o médico faz o diagnóstico?

O conjunto de história clínica, exame físico e a seqüência dos testes auditivos e vestibulares aplicados recebe o nome de avaliação otoneurológica.
Um dos pontos mais importantes da avaliação otoneurológica é a história clínica. Devem ser obtidas informações detalhadas do paciente sobre sua tontura e outros sintomas concomitantes. Os antecedentes pessoais e familiares, conhecer os hábitos de vida, medicações e preferências alimentares da pessoa também é muito importante.
Existe uma série enorme de testes de audição e de equilíbrio corporal (testes labirínticos). Esses exames são realizados de acordo com a necessidade de cada paciente. Não existe uma seqüência predeterminada. Os resultados dos testes básicos indicam quais os testes mais avançados que devem ser aplicados.
Em função dos grandes progressos na obtenção de imagens do corpo humano, a tomografia computadorizada e a ressonância magnética são dos exames de enorme utilidade no diagnóstico das vestibulopatias.

Como se trata?

Vertigem e outras tonturas são sintomas que costumam ser sensíveis ao tratamento desde que haja coerência com o diagnóstico formulado.
Em grande número de casos, com auxílio de exames laboratoriais e obtenção de imagens, conseguimos estabelecer a causa da doença e instituir o melhor dos tratamentos, ou seja, o tratamento etiológico (da causa).
O tratamento atual das doenças ou distúrbios do equilíbrio consiste numa associação de providências que devem ser tomadas para se obter resultados mais satisfatórios.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Projeto de Lei - Estabelece Orientação Ao Consumidor Sobre o Consumo Ideal de Água


Rubéola

                                                                                                      Foto: nene.net.br

O que é?

Doença infecciosa causada por vírus (classificado como um togavirus do gênero Rubivirus), que acomete crianças e adultos, embora esteja entre as que os médicos comumente denominam como próprias da infância. Trata-se de doença comumente benigna que cursa com febre, “rash” (manchas tipo “urticária” na pele) que dura aproximadamente 3 dias e aumento de gânglios linfáticos (linfonodomegalias para os médicos e ínguas para os leigos) embora possa apresentar-se de forma “subclínica” (quando o paciente praticamente não sente nada). Pode tornar-se potencialmente grave quando acomete mulheres grávidas, pois pode causar mal-formações no feto, sobretudo quando contamina gestantes no primeiro trimestre. Raramente pode ser causa de inflamação em articulações (artrite) em adultos. Outra designação que os médicos comumente usam para doenças virais que causam manchas na pele como a rubéola é de viroses exantemáticas (que causam exantema que é a expressão médica para designar as manchas da pele).

Como se adquire?

Através da inalação de gotículas de secreção nasal de pessoas contaminadas que contém o vírus ou via sangüínea, no caso do feto, a partir da mãe grávida. Os períodos mais “contaminantes” ocorrem desde 10 dias antes do “rash” até 15 dias após o seu surgimento. Crianças nascidas com rubéola, por contágio da mãe grávida (rubéola congênita) podem permanecer fonte de contágio por muitos meses.


O que se sente?

Após o contágio leva-se em média 18 dias até ter o primeiro sintoma ( período de incubação). A apresentação inicial é em geral indistinguível de uma gripe comum e dura de 7 a 10 dias com febre , dores nos músculos e articulações, prostração, dores de cabeça e corrimento nasal transparente até o surgimento das ínguas (linfonodomegalias) e posteriormente o “rash” (manchas na pele), que duram 3 dias e desaparecem sem deixar seqüelas, estes dois últimos achados com início na face e no pescoço e disseminação pelo tronco até a periferia.

Como se faz o diagnóstico?

O diagnóstico clínico (pelo conjunto dos sintomas e achados ao exame físico feito pelo médico) somente é confiável em vigência de epidemia, uma vez que os sintomas são comuns a muitas viroses, inclusive a gripe comum, e as manchas de pele também são achados de um significativo número de viroses (mononucleose, sarampo, dengue, etc). E é justamente esta a forma mais freqüente de diagnóstico. Naqueles casos em que há necessidade de precisão no diagnóstico (excluir doenças mais graves que determinarão intervenções e/ou tratamentos) dispõe-se de exames de detecção de anticorpos (substâncias que o nosso corpo produz contra o vírus da rubéola) no sangue que são bem mais específicos e sensíveis.

Como se trata?

Não há tratamento específico antiviral. Poucos pacientes demandam tratamentos sintomáticos, em geral analgésicos comuns controlam as dores articulares e musculares ou febre.


Como se previne?

Para diminuir a circulação do vírus da rubéola, a vacinação é muito importante, a qual é recomendada de rotina aos 15 meses de idade (vacina MMR) e para todos os adultos que ainda não tiveram contato com a doença (vacinação de bloqueio). Gestantes não podem ser vacinadas e as mulheres vacinadas devem evitar a gestação até o mês seguinte à vacinação. Isolamento: todas as crianças e adultos devem ficar afastados de outras pessoas durante o período da doença.
As gestantes devem fazer controle por exames de sangue quando necessário.
Para as pessoas hospitalizadas é feito isolamento até a cura da doença.


Fonte: http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?372

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

TV ALERJ - A Dengue no Estado do Rio de Janeiro!


O deputado Bruno Correia, participou na tarde de hoje, da gravação do Debate Alerj. O programa que vai ao ar na quinta-feira(01/03/12) às 21h, tem como tema a Dengue no Estado do Rio de Janeiro. O deputado Bruno Correia, convidou o Dr. Alexandre Chieppe, Superintendente da Vigilância Epidemiológica e Ambiental da Secretaria Estadual de Saúde, para esclarecer a população sobre o trabalho de prevenção e o tratamento dado as pessoas que contraem a dengue.

Canal: TV ALERJ
Data: 01/03/12
Hora: 21 horas

(RioContraDengue) Como Mobilizar a Vizinhança


No combate à dengue, não adianta só você fazer a sua parte. Se o seu vizinho não elimina os focos do mosquito, você e sua família também estarão correndo o risco de contrair a doença. Por isso, é importante que todos participem da mobilização de combate ao mosquito.

Quer saber como fazer isso? Veja algumas idéias que podem te ajudar a sensibilizar o seu vizinho:
- Crie um jornal. Distribuir materiais de divulgação ressalta que a doença ainda precisa ser discutida e mantém os moradores alerta quanto às novidades sobre a infestação.

Disponibilize neste material as últimas notícias sobre a dengue. Indique os contatos da Secretaria de Saúde do seu município, responsável pelo controle direto do mosquito. Liste as dicas de como se prevenir. Qualquer material é válido: folheto, revista, jornal, adesivo. Seja criativo.

- Faça reuniões com os moradores. Convoque os residentes da sua vizinhança para discutir a infestação da doença na sua área. Debata com eles sobre qual tem sido o papel de cada um no combate à dengue e o que ainda é necessário ser feito. Procure conscientizar a todos de que o controle só é efetivo se a participação for coletiva.

- Esclareça os funcionários do seu prédio. São os porteiros que, normalmente, recebem os agentes de saúde e, principalmente, que devem estar cientes de possíveis locais onde possa haver foco do mosquito. Peça ao seu síndico que faça uma reunião com todos os funcionários do prédio para esclarecê-los sobre os modos de combate ao mosquito, sobre todos os possíveis criadouros, sobre a importância da visita do agente de saúde e sobre a participação dos funcionários na própria conscientização dos moradores.

- Estabeleça um Dia de Combate à Dengue na sua vizinhança. Quando presente em reuniões com seus vizinhos, sugira que seja estabelecido para cada mês um Dia de Combate à Dengue específico. Deixe bem claro que a luta contra o mosquito deve ser diária e que o dia especial servirá apenas para conscientizar mais pessoas da responsabilidade de combater o mosquito.

- Motive as crianças à participação. Quando houver a oportunidade de realizar uma comemoração com os seus vizinhos (Festa de Natal, Festa Junina etc.), promova brincadeiras com as crianças cujo tema envolva o combate ao mosquito da dengue. Essa é uma forma delas voltarem para casa com o conhecimento sobre o tema.

Fonte:
http://www.riocontradengue.com.br/Site/Conteudo/Vizinhanca.aspx

AVC (Acidente Vascular Cerebral)



O que é?

O acidente vascular cerebral é uma doença caracterizada pelo início agudo de um deficit neurológico (diminuição da função) que persiste por pelo menos 24 horas, refletindo envolvimento focal do sistema nervoso central como resultado de um distúrbio na circulação cerebral que leva a uma redução do aporte de oxigênio às células cerebrais adjacentes ao local do dano com consequente morte dessas células; começa abruptamente, sendo o deficit neurológico máximo no seu início, e podendo progredir ao longo do tempo.

O termo ataque isquêmico transitório (AIT) refere-se ao deficit neurológico transitório com duração de menos de 24 horas até total retorno à normalidade; quando o deficit dura além de 24 horas, com retorno ao normal é dito como um deficit neurológico isquêmico reversível (DNIR).
Podemos dividir o acidente vascular cerebral em duas categorias:
O acidente vascular isquêmico consiste na oclusão de um vaso sangüíneo que interrompe o fluxo de sangue a uma região específica do cérebro, interferindo com as funções neurológicas dependentes daquela região afetada, produzindo uma sintomatologia ou deficits característicos. Em torno de 80% dos acidentes vasculares cerebrais são isquêmicos.
No acidente vascular hemorrágico existe hemorragia (sangramento) local, com outros fatores complicadores tais como aumento da pressão intracraniana, edema (inchaço) cerebral, entre outros, levando a sinais nem sempre focais. Em torno de 20% dos acidentes vasculares cerebrais são hemorrágicos.

Como se desenvolve ou se adquire?

Vários fatores de risco são descritos e estão comprovados na origem do acidente vascular cerebral, entre eles estão: a hipertensão arterial, doença cardíaca, fibrilação atrial, diabete, tabagismo, hiperlipidemia. Outros fatores que podemos citar são: o uso de pílulas anticoncepcionais, álcool, ou outras doenças que acarretem aumento no estado de coagulabilidade (coagulação do sangue) do indivíduo.


O que se sente?
Geralmente vai depender do tipo de acidente vascular cerebral que o paciente está sofrendo se isquêmico ou hemorrágico. Os sintomas podem depender da sua localização e da idade do paciente. Os principais sintomas do acidente vascular cerebral incluem:
Fraqueza:
O início súbito de uma fraqueza em um dos membros (braço, perna) ou face é o sintoma mais comum dos acidentes vasculares cerebrais. Pode significar a isquemia de todo um hemisfério cerebral ou apenas de uma área pequena e específica. Podem ocorrer de diferentes formas apresentando-se por fraqueza maior na face e no braço que na perna; ou fraqueza maior na perna que no braço ou na face; ou ainda a fraqueza pode se acompanhar de outros sintomas. Estas diferenças dependem da localização da isquemia, da extensão e da circulação cerebral acometida.
Distúrbios Visuais:
A perda da visão em um dos olhos, principalmente aguda, alarma os pacientes e geralmente os leva a procurar avaliação médica. O paciente pode ter uma sensação de "sombra'' ou "cortina" ao enxergar ou ainda pode apresentar cegueira transitória (amaurose fugaz).
Perda sensitiva:
A dormência ocorre mais comumente junto com a diminuição de força (fraqueza), confundindo o paciente; a sensibilidade é subjetiva.
Linguagem e fala (afasia):
É comum os pacientes apresentarem alterações de linguagem e fala; assim alguns pacientes apresentam fala curta e com esforço, acarretando muita frustração (consciência do esforço e dificuldade para falar); alguns pacientes apresentam uma outra alteração de linguagem, falando frases longas, fluentes, fazendo pouco sentido, com grande dificuldade para compreensão da linguagem. Familiares e amigos podem descrever ao médico este sintoma como um ataque de confusão ou estresse.
Convulsões:
Nos casos da hemorragia intracerebral, do acidente vascular dito hemorrágico, os sintomas podem se manifestar como os já descritos acima, geralmente mais graves e de rápida evolução. Pode acontecer uma hemiparesia (diminuição de força do lado oposto ao sangramento) , além de desvio do olhar. O hematoma pode crescer, causar edema (inchaço), atingindo outras estruturas adjacentes, levando a pessoa ao coma. Os sintomas podem desenvolver-se rapidamente em questão de minutos.

Como o médico faz o diagnóstico?

A história e o exame físico dão subsídios para uma possibilidade de doença vascular cerebral como causa da sintomatologia do paciente.Entretanto, o início agudo de sintomas neurológicos focais deve sugerir uma doença vascular em qualquer idade, mesmo sem fatores de risco associados. A avaliação laboratorial inclui análises sanguíneas e estudos de imagem (tomografia computadorizada de encéfalo ou ressonância magnética). Outros estudos: ultrassom de carótidas e vertebrais, ecocardiografia e angiografia podem ser feitos.

Como se trata e como se previne?

Geralmente existem três estágios de tratamento do acidente vascular cerebral: tratamento preventivo, tratamento do acidente vascular cerebral agudo e o tratamento de reabilitação pós-acidente vascular cerebral.

O tratamento preventivo inclui a identificação e controle dos fatores de risco. A avaliação e o acompanhamento neurológicos regulares são componentes do tratamento preventivo bem como o controle da hipertensão, da diabete, a suspensão do tabagismo e o uso de determinadas drogas (anticoagulantes) que contribuem para a diminuição da incidência de acidentes vasculares cerebrais.
Inicialmente deve-se diferenciar entre acidente vascular isquêmico ou hemorrágico.

O tratamento agudo do acidente vascular cerebral isquêmico consiste no uso de terapias antitrombóticas (contra a coagulação do sangue) que tentam cessar o acidente vascular cerebral quando ele está ocorrendo, por meio da rápida dissolução do coágulo que está causando a isquemia. A chance de recuperação aumenta quanto mais rápida for a ação terapêutica nestes casos. Em alguns casos selecionados, pode ser usada a endarterectomia (cirurgia para retirada do coágulo de dentro da artéria) de carótida. O acidente vascular cerebral em evolução constitui uma emergência médica, devendo ser tratado rapidamente em ambiente hospitalar.
A reabilitação pós-acidente vascular cerebral ajuda o indivíduo a superar as dificuldades resultantes dos danos causados pela lesão.
O uso de terapia antitrombótica é importante para evitar recorrências. Além disso, deve-se controlar outras complicações, principalmente em pacientes acamados (pneumonias, tromboembolismo, infecções, úlceras de pele) onde a instituição de fisioterapia previne e tem papel importante na recuperação funcional do paciente.
As medidas iniciais para o acidente vascular hemorrágico são semelhantes, devendo-se obter leito em uma unidade de terapia intensiva (UTI) para o rigoroso controle da pressão. Em alguns casos, a cirurgia é mandatória com o objetivo de se tentar a retirada do coágulo e fazer o controle da pressão intracraniana.

Qual é o prognóstico?

Mesmo sendo uma doença do cérebro, o acidente vascular cerebral pode afetar o organismo todo. Uma sequela comum é a paralisia completa de um lado do corpo (hemiplegia) ou a fraqueza de um lado do corpo (hemiparesia). O acidente vascular cerebral pode causar problemas de pensamento, cognição, aprendizado, atenção, julgamento e memória. O acidente vascular cerebral pode produzir problemas emocionais com o paciente apresentando dificuldades de controlar suas emoções ou expressá-las de forma inapropriada. Muitos pacientes apresentam depressão.
A repetição do acidente vascular cerebral é frequente. Em torno de 25 por cento dos pacientes que se recuperam do seu primeiro acidente vascular cerebral terão outro dentro de 5 anos.

Fonte:  http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?6

Deputado Bruno Correia vai à Maricá falar sobre a UPA.

Fonte: http://www.itaipuacusite.com.br/2012/02/deputado-bruno-correia-fara-audiencia.html

Maricá, 23/2/2012 - A pedido do seu amigo e líder comunitário Eduardo Carvalho, o Deputado Bruno Correia (PDT), atual presidente da comissão de saúde da Alerj, estará em Itaipuaçu, distrito de Maricá - RJ, no próximo dia 5 de março, em Audiência Pública, na qual revelará  toda a verdade sobre a nova UPA de Maricá que está sendo construída em Inoã.

O evento se realizará na rua trinta e dois, lote 21 da quadra 18, casa 2, no bairro Jardim Atlântico, entre as ruas cinco e seis, a partir das 16 horas, no qual, declara Eduardo, todos os moradores serão bem-vindos.

Ainda segundo o líder comunitário, o que o motivou a fazer tal convite ao amigo e nobre Deputado Bruno Correia, foi devido às declarações que o atual prefeito de Maricá, Washington Quaquá, tem feito à população, de forma enganosa e com finalidade eleitoreira, de que a UPA é uma realização da Prefeitura, na figura do próprio prefeito. Sendo assim, para dirimir quaisquer dúvidas sobre quem, de fato, conseguiu esta importante Unidade de Saúde para o Município de Maricá, o Deputado Bruno Correia colocou-se ao inteiro dispor da população maricaense.


Deputado Bruno Correia entrega nas mãos de Eduardo Carvalho o Ofício para a construção da UPA em Maricá
Foto: Marcelo Bessa / Itaipuaçu Site Oficial

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Dicas Para Parar de Fumar



O que você ganha parando de fumar:

A pessoa que fuma fica dependente da nicotina. Considerada uma droga bastante poderosa, a nicotina atua no sistema nervoso central como a cocaína, com uma diferença: chega ao cérebro em apenas 7 segundos - 2 a 4 segundos mais rápido que a cocaína. É normal, portanto, que, ao parar de fumar, os primeiros dias sem cigarros sejam os mais difíceis, porém as dificuldades serão menores a cada dia.
As estatísticas revelam que os fumantes comparados aos não fumantes apresentam um risco

. 10 vezes maior de adoecer de câncer de pulmão
. 5 vezes maior de sofrer infarto
. 5 vezes maior de sofrer de bronquite crônica e enfisema pulmonar
. 2 vezes maior de sofrer derrame cerebral

Se parar de fumar agora...

. após 20 minutos sua pressão sangüínea e a pulsação voltam ao normal
. após 2 horas não tem mais nicotina no seu sangue
. após 8 horas o nível de oxigênio no sangue se normaliza
. após 2 dias seu olfato já percebe melhor os cheiros e seu paladar já degusta a comida melhor
. após 3 semanas a respiração fica mais fácil e a circulação melhora
. após 5 A 10 anos o risco de sofrer infarto será igual ao de quem nunca fumou

Quanto mais cedo você PARAR DE FUMAR menor o risco de se dar mal. Quem NÃO fuma aproveita MAIS a vida!

Não tenha medo:

Dos sintomas da síndrome de abstinência

O organismo volta a funcionar normalmente sem a presença de substâncias tóxicas e alguns fumantes podem apresentar (varia de fumante para fumante) sintomas de abstinência como fissura (vontade intensa de fumar) dor de cabeça, tonteira, irritabilidade, alteração do sono, tosse, indisposição gástrica e outros. Esses sintomas, quando se manifestam, duram de 1 a 2 semanas.

Da recaída

A recaída não é um fracasso. Comece tudo novamente e procure ficar mais atento ao que fez você voltar a fumar. Dê várias chances a você... até conseguir. A maioria dos fumantes que deixaram de fumar fez em média 3 a 4 tentativas até parar definitivamente.

De engordar

Se a fome aumentar, não se assuste, é normal um ganho de peso de até 2 kg, pois seu paladar vai melhorando e o metabolismo se normalizando. De qualquer forma, procure não comer mais do que de costume. Evite doces e alimentos gordurosos. Mantenha uma dieta equilibrada com alimentos de baixa caloria, frutas, verduras, legumes etc. Prefira produtos diet / light e naturais. Beba sempre muito líquido, de preferência água e sucos naturais. Evite café e bebidas alcoólicas. Eles podem ser um convite ao cigarro.

O mais importante é escolher uma data para ser o seu primeiro dia sem cigarro. Este dia não precisa ser um dia de sofrimento. Faça dele uma ocasião especial e procure programar algo que goste de fazer para se distrair e relaxar.

Escolha um método para parar de fumar:

Parada Imediata
Você marca uma data e nesse dia não fumará mais nenhum cigarro. Esta deve ser sempre sua primeira opção.

Parada Gradual
Você pode utilizar este método de duas formas:
Reduzindo o número de cigarros. Por exemplo: Um fumante de 30 cigarros por dia, no primeiro dia fuma os 30 cigarros usuais.

no segundo - 25
no terceiro - 20
no quarto - 15
no quinto - 10
no sexto - 5

O sétimo dia seria a data para deixar de fumar e o primeiro dia sem cigarros.

Retardando a hora do primeiro cigarro

Por exemplo: no primeiro dia você começa a fumar às 9 horas,
no segundo às 11 horas,
no terceiro às 13 horas,
no quarto às 15 horas,
no quinto às 17 horas,
no sexto às 19 horas,
no sétimo dia seria a data para deixar de fumar e o primeiro dia sem cigarros

Cuidado com as armadilhas:
Nos momentos de stress
Procure se acalmar e entender que momentos difíceis sempre vão ocorrer e fumar não vai resolver seus problemas.

Sentindo vontade de fumar

A vontade de fumar não dura mais que alguns minutos. Nesses momentos, para ajudar, você poderá chupar gelo, escovar os dentes a toda hora, beber água gelada ou comer uma fruta. Mantenha as mãos ocupadas com um elástico, pedaço de papel, rabisque alguma coisa ou manuseie objetos pequenos. Não fique parado - converse com um amigo, faça algo diferente que distraia sua atenção.

Exercícios de relaxamento

São um ótimo recurso saudável para relaxar. Faça a respiração profunda : respire fundo pelo nariz e vá contando até 6, depois deixe o ar sair lentamente pela boca até esvaziar totalmente os pulmões. Relaxamento muscular : estique os braços e pernas até sentir os músculos relaxarem.


Fonte: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/dicas/130pararfumar.html

Caxumba

                                                                                                     Foto: Divulgação


Saiba mais sobre a Caxumba:

O que é ?

È uma doença infecciosa sistêmica, causada por um vírus da família Paramyxoviridae do gênero Rubulavirus que se caracteriza pela infecção de uma ou mais glândula salivares mais comumente a parótida.

Como se adquire ?


É doença altamente contagiante, de transmissão preferentemente respiratória,. Os vírus se propagam por contato direto, gotículas aéreas (espirro ou tosse), objetos contaminados por saliva e provavelmente urina. O homem é o único hospedeiro natural. O vírus atravessa a placenta, não há relatos de malformação pelo vírus, mas é causa de abortamento espontâneo no primeiro trimestre da gravidez. O período de incubação (do contato até os primeiros sintomas) varia de 2 a 3 semanas.


O que se sente e evolução ?
O quadro clínico mais característico é o aumento não supurativo de uma ou ambas as glândulas parótidas, mas outras glândulas salivares e outros órgãos também podem ser acometidos. O vírus entra pela boca e alcança a parótida onde inicia sua multiplicação, invade a circulação sanguínea (viremia) tendo, então, a possibilidade de atingir outros órgãos como classicamente descritos: testículos (orqui-epididimite), ovários (ooforite), pâncreas (pancreatite), cérebro (encefalite).


Parotidite
Os sintomas que acompanham a localização nas parótidas são: edema das parótidas (ambos lados da face junto à mandíbula), dor local, febre, cefaléia, dor de garganta.


Gônadas
Orquite.
Em cerca de 20% dos casos pode ocorrer comprometimento testicular com dor e edema, a fantasiosamente muito temida orqui-epididimite.O comprometimento testicular é inusual na pré-adolescência e costuma ser unilateral. Embora um terço dos testículos atingidos se tornem atróficos, a esterilidade por caxumba é rara, só ocorrendo durante ou após a puberdade, nunca em crianças.

Ooforite
Quando atingidos, os ovários se manifestam por dor abdominal de intensidade média. Sistema nervoso central. Meningoencefaomielite
Antes do uso generalizado da vacinação anticaxumba, a caxumba foi a causa mais freqüente de meningite asséptica, não se distinguindo de outras viroses do sistema nervoso central. São descritas duas patogenias diferentes.


Infecção primária dos neurônios
Ocorre concomitantemente com a parotidite. Apresenta-se com discreta rigidez de nuca e com outros achados neurológicos praticamente normais. Encefalite pos-infecção com dismielização. Surge cerca de 10 dias após a parotidite ou a parotidite pode nem se manifestar. Pancreatite.
Dor abdominal passageira pode ser a única manifestação. Como o envolvimento das glândulas salivares eleva os níveis de amilase sérica outros parâmetros são usados para comprovar o comprometimento pancreático. Outros.
Tireoidite, mastite (especialmente em meninas adolescentes), artrite e disfagia por edema pré-esternal podem ocorrer. A imunidade após resolução é para toda a vida. Um terço das infecções pelos vírus da caxumba são assintomáticos. A mortalidade é baixa e principalmente em adultos.


Diagnóstico e tratamento
O diagnóstico depende do quadro clínico e da complementação laboratorial dirigida à comprovação etiológica ou às eventuais complicações. Os níveis de amilase costumam elevar-se com a tumefação da parótida. O diagnóstico microbiológico se faz por sorologia e cultura viral, o imunoensaio enzimático para anticorpos IgM e IgG anticaxumba são os mais usados. A cultura do vírus da caxumba pode ser feito. O teste cutâneo não é confiável nem para diagnóstico nem para determinar suscetibilidade. Não existe tratamento curativo.


Prevenção
A vacina é eficaz e sem efeitos colaterais apreciáveis. É feita com a MMR (tríplice viral) entre 12 e15 meses (1ª), 4 e 6 anos (2ª) e 11 e 12 anos (3ªdose). Confere imunidade de 97 % contra a infecção natural. Os anticorpos maternos são protetores durante o primeiro semestre de vida. Os nascidos antes de 1957 são considerados imunes à caxumba.



Fonte: http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?645